Archivos Mensuales: enero 2010

Se Llama Copla – 2009/2010 – Gala 17 – 09.01.2010

Convidada: Marta QUINTERO, grande voz da copla, que nos encantou cantando Carcel de oro e pontuando Sandra com um rotundo e merecido 10 !

As melhores presenças da noite:

Sandra bordou “La Soberana”, emprestando-lhe a graça, força e a sensibilidade que o esplêndido poema de Rafael de Léon sugerem. Hilário descreveu perfeitamente a actuação de Sandra, só falhando ao não atrever-se a pontuá-la com 10 – falha que foi dignamente colmatada por Marta QUINTERO. Luziu um belo vestido de Luchi Cabrera.

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Cantando e bailando “Antonio Vargas Heredia”, Verónica deu voz e movimento magistrais a Garcia Lorca: segura, sentida, sublime. Verónica assume de maneira visceral os temas que canta, e conseguiu em poucas semanas confirmar as melhores esperanças que nos inspirou quando chegou ao concurso.

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Laura teve noite memorável, com uma das mais belas interpretações de Te he de querer mientras viva” a que nos foi dado até agora assistir. Assumiu integralmente a personagem – o que na sua idade não é de forma alguma evidente – convencendo com a doçura e a força da sua presença e da sua voz.

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Alejandra passou – merecidamente! – à fase final graças à votação massiva dos telespectadores e à elegância, coragem e nobreza de Sandra. Cantou-nos umas “Carceleras del puerto” com voz e modulação perfeitas, perseverando no percurso que vem trilhando desde que nos cantou “Vino amargo”.

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Mari Ángeles surpreendeu-nos e encantou-nos com “Marquesita cordobesa”, tendo sido a primeira vez em que nos convenceu realmente das suas capacidades. Excelente presença e desempenho cénico.



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Selene MOLINA, não conseguiu trazer María Magdalena” ao seu terreno, mas uma vez mais evidenciou ser artista nata, ultrapassando com extremo à vontade e habilidade todos os incidentes que ensombraram a sua actuação.

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Apesar de ter cantado soberbamente, não logrou vencer o duelo com Nazaret COMPAZ, que em 2004 publicou o seu primeiro CD “(Como duele recordar”), e que foi a 3.a classificada do concurso a representante de Espanha no Festival da Eurovisão de 2007. Tendo-se em conta a profunda desigualdade relativa, Selene MOLINA caiu de pé. Perdeu com brio e honra, e partiu deixando uma mensagem de esperança, de força, de doçura. De arte andaluza!

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Tiveram actuações de destaque nesta Gala 17:

Álvaro LÓPEZ, que esteve muito bem cantando “Malaga y olé

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Saudamos a nova concorrente Nazaret COMPAZ, na sua excelente voz e impressionante presença em cena.

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Sobre o júri:

Pepe GOMEZ esteve bem: atento, pertinente, construtivo.

Maria JIMÉNEZ esteve muito bem: serena, objectiva, justa, pedagógica.

Hilário LOPEZ mantém-se parco nas pontuações e na transmissão da sua proverbial sabedoria. Somos levados a pensar que possa ter sido refreado nas suas intervenções por imperativos de horário.

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A Pive AMADOR coube provavelmente um dos momentos mais desagradáveis e pesados de todas as edições de Se Llama Copla, ao ter que escolher entre Selene e Mercedes para enfrentar a desafiante.

Em tempo: a vaga de criticas a Pive pelo facto de ter “salvoMercedes ignora um aspecto muito importante da questão: Pive decerto considerou que Selene era quem reunia as melhores qualidades para enfrentar a quase-profissional Nazaret, devendo a sua escolha ser entendida como estupenda homenagem à arte da mais jovem diva que passou por Se Llama Copla. OLÉ SELENE!

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2M

Se Llama Copla – 2009/2010 – Gala 16 – 02.01.2010

 

Com Mentira y maldad“, Alejandra deu mais um passo em direcção da perfeição, reafirmando o seu culto do rigor:

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Sandra deliciou-nos com A ciegas, aproveitando o facto de se tratar de uma gala de reduzido interesse estratégico para demonstrar toda a desenvoltura e à vontade de que é capaz:

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A gala culminou com um desafio soberbo! Sandra ARCO e Alejandra RODRIGUEZ, cada uma à sua maneira,  foram sublimes na interpretação de “Ojos verdes“. Sandra foi musicalmente perfeita, e Alejandra deixou-nos siderados pela espantosa originalidade de que deu provas.

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Se Llama Copla viveu e proporcionou aos telespectadores um dos seus mais extraordinários momentos.

OLÉ SANDRA, OLÉ ALEJANDRA!

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