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Se Llama Copla 5 – Gala 14 – 17.12.2011

Macarena SOTO – “Calandria, de Murillo e Segovia. Belo vestido de Loli Vera.

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María CARMONA – “Me embrujaste, de Quintero, León e Quiroga. Belo vestido de Meliza Lozano.

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Coro – Blanca Navidad

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Cintia MERINO – “La flor del temperamento, de Quintero, León e Quiroga. Vestido de Aurora Gaviño.

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Jonathan SANTIAGO – “Con rueda de molino, de León e Solano

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Álvaro DÍAZ – “Adiós a España, de Perelló e Montorio

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Juan Francisco CURADO – “Chiclanera, de Vega, Oropesa e Carmona

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Coro – El pequeño tamborilero

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Ana María MORALES – “La Ruiseñora, de Quintero, León e Quiroga. Estupendo vestido de Jose Hidalgo.

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Raquel ZAPICO – “Limón, limonero, de Perelló, Cantabrana e Mostazo. Belo vestido de Sonia & Isabelle.

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Inés ROBLES – “Maldito sea el querer, de Quintero, León e Quiroga. Vestido de Luchi Cabrera.

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Selina DEL RÍO – “Callejuela sin salida, de Quintero, León e Quiroga. Elegantissímo vestido de Pilar Vera.

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Desafio final:

Maria CARMONA vs Isabel Maria RÍCO – “La Morena de mi copla, de Jofre e Castellano

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A sabedoria do jurí garantiu à excelente Maria CARMONA a presença na segunda fase do concurso.

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Se Llama Copla 4 – Gala 17 – 22.01.2011

Verónica ROJAS proporcionou alguns dos momentos mais altos de todas as edições de Se Llama Copla. A sua interpretação de Tatuaje (Valerio, León e Quiroga) ficará nos anais do concurso. Vestida por Aurora GAVIÑO.


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Anaraida SÁNCHEZ teve também uma grande, grande noite, executando Dime que me quieres (León e Quiroga) com perfeição técnica e sentimento impressionantes. Luziu belo vestido de Matilde CANO.


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Isabel GENIZ cantou bem La luna me engañó (Murillo, Gutiérrez e Fandiño), demonstrando a sua maturidade artística ao recuperar instantaneamente da queda com que iniciou a sua actuação. Belo vestido de Luchi CABRERA.


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Remedios CASTRO – “Campanero jerezano (Tenorio, San Julián, Freire): força, quejío, e virtuosidade coreográfica. Apesar de algumas falhas, foi uma grande interpretação, uma das melhores de Remedios.
Vestida por Pilar VERA.


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Álvaro VIZCAÍNO arriscou com uma copla pouco conhecida – La luz de tus ojos grises (Gallardo e Sánchez Ortega). Executou com o rigor e a perfeição que lhe são próprios.


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Apesar dos meritíssimos esforços que desenvolve, Patricia DEL RÍO continua a ser injustamente ignorada pelo público, por razões certamente ligadas ao sistema de votação. Cantou Bulerías de Antonio Torres de Quintero, León e Quiroga com segurança, rigor técnico, e muita, muita arte. Vestida por Manuela BERRO.


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Juanma JEREZ é outra das vitimas do sistema de votação (linhas abertas em permanência), que dissolve a valoração das actuações em palco confundindo-as com as que são atribuídas durante a semana ao magnetismo pessoal dos candidatos. Cantou muito bem Los cuatro candilesde Quintero e Gordillo.


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Não sendo das mais coloridas interpretações de Compuesta y sin novio (Valverde, León e Quiroga) das que já passaram pelo concurso, a de Mila BALSERA foi bastante convincente, pela desenvoltura e execução coreográfica. Vestida por Manuela GONZALEZ.


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Como sublinhou Hilário LÓPEZ com a sua proverbial pertinência, Juan SERRANO cultiva com mestria um estilo clássico que agrada sobremaneira a uma parte significativa dos telespectadores. Cantou Adiós a España (Perelló e Montorio) com segurança e perfeição técnica, ainda que com algum deficit de sentimento.


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Pelo seu estilo atípico e invulgar, Álvaro HERNÁNDEZ é o outsider desta edição do concurso. Interpretou com mestria Niña Caracola, de Kola e Castellano.


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Desafio final:

Defrontaram-se Mila BALSERA e Rocío NAVARRO cantando Antonio Vargas Heredia, de Mostazo e De la Oliva.

Duas vozes magnificas, que estranhamente se completam. A decisão do júri – porventura das mais dificeis com que se confrontou – garantiu a presença de Mila em mais uma gala do concurso.


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Quanto ao júri:

Pive AMADOR veio a terreno defender um príncipio que deveria fazer parte do regulamento do concurso: as valorações devem tendencialmente reflectir os méritos relativos dos candidatos uns em relação aos outros.

Sublinhou também o caracter condicionante das primeiras pontuações da noite, que devem ser ajustadas de forma a não prejudicarem as seguintes.

Manuel LOMBO teve o seu mau momento ao votar a valoração de Anaraida acompanhada de uma declaração injusta, impertinente e irresponsável. Tendo em conta a alta qualidade do trabalho que vem prestando desde a primeira gala, propomos que o incidente se encerre e seja radicalmente esquecido.

Marta QUINTERO: sem reparos.

Hilario LÓPEZ MILÁN
demonstrou a sua sabedoria, ponderação e veia diplomática na forma como contribuiu para diluir o incidente que opôs Manuel LOMBO e Pive AMADOR. Ao atribuir a nota máxima a Anaraida não só foi pertinente e justo, mas também transmitiu à candidata a mensagem de confiança que a sua belíssima prestação merecia.

Se Llama Copla – 2010 – 9° Desafio – 5.06.2010

Antonio CORTÉS – “Carcelero, carcelero“, de Quintero, León e Quiroga

Excepcional homenagem à universalidade da musica, por um dos mais espantosos virtuosos do Cante jondo e do Canto que a Arte conheceu. Grande, grande e fabuloso Antonio Cortés!

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Antonia GÓMEZ – “Mañana sale, de Quintero, León e Quiroga. Vestida por ATHENEA.

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María LOZANO – Tientos del remordimiento, de Ochaíta, Valerio e Solano. Vestida por ATHENEA.

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Alejandra RODRÍGUEZ – Tientos del cariño, de Quintero, León e Gordillo. Vestida por Pitusa GASUL.

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Laura GALLEGO – “Romance de otra, de Quintero, León e Quiroga. Vestida por Amparo MACIÁ.

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Inma GARCÍA – “Castillitos en el aire, de Quintero, León e Quiroga. Vestida por Sara DE BENITEZ.

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Erika LEIVA – Sólo vivo pá quererte, de Quintero, León e Quiroga. Vestida por Marco ZAPATA.

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Sandra ARCO – “Como dos barquitos”, Quintero, León e Quiroga. Vestida por Manuela GONZÁLEZ.

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Rosa MARÍN– “Triana, Triana”, de Mostazo, Molleda, Padilla e Del Castillo. Vestida por Marco ZAPATA.

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Miguel Angel PALMA – “Me valga la Magdalena“, de León, Molina Molles e Quiroga.

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Paco QUINTANA – “Me embrujaste” , de Quintero, León e Quiroga.

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Abraham RUIZ – “Adiós a España”, de Perelló e Montorio

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Desafio final:

Erika LEIVA – La Lirio, de León, Ochaíta e Quiroga.

Laura GALLEGO – “La Zarzamora, de Quintero, León e Quiroga.

4M

Se Llama Copla – 2009/2010 – Gala 9 – 14.11.2009

Convidada: Índia MARTINEZ. Presença sóbria e discreta. Cumpriu correctamente a sua missão.

Pepe GOMEZ, mantendo em geral a boa forma, pontuou sem desvios significativos em relação aos outros membros do júri.

Maria JIMÉNEZ pareceu-nos senão restabelecida, pelo menos em via de restabelecimento. Invectivou o público, o que é animador sinal de regresso – ainda que tímido – ao gosto pela polémica que evidenciou no início desta edição de Se Llama Copla.

Hilário LOPEZ esteve bem, ainda que nos parecesse algo contido e parco em comentários.

Já desde algum tempo, o júri parece-nos estar a cair no erro grave de esbater a diferenciação entre candidatos, tornando assim mais difícil a leitura objectiva do registo de cada um. Foi flagrante a parcimónia com que pontuou Alejandra, para logo em seguida cometer exagero manifesto na avaliação de Paco QUINTANA. Foi também evidente a sobre-pontuação de Sandra ARCO em relação a Alejandra, e a penalização de Laura LARREA em relação a ambas.

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Pive AMADOR arbitrou com oportunidade e coerência, salvando Álvaro e forçando a desafiante a bater-se com Laura LARREA, que é indiscutivelmente um dos valores mais seguros do programa.

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Tiveram actuações de destaque nesta Gala 9:

Juan Carlos MATA que defendeu muitíssimo bem “El pescaero”, prestando honrada homenagem ao excelente Antonio AMAYA.

Abraham RUIZ cantou “Adiós a España”, com sentimento, força e tenacidade sem falha. Coincidindo a Gala 9 com o seu aniversário, daqui lhe manifestamos toda a simpatia e votos de uma vida longa e feliz!

Selene MOLINA interpretou “Tengo miedo” com a intensidade e sentimento a que nos vem habituando. Algo prejudicada por uma óbvia inflamação dos brônquios, luziu um magnifico vestido de Carmen VEGA. Mereceu grande apreço o gesto de India MARTINEZ, que ao dar-lhe a nota máxima marcou o seu desacordo com os 7 pontos (!!!) com que Pepe, Maria e Hilário pretendiam enviá-la ao desafio.

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Mercedes RÍOS, apresentando com suma elegância um dos mais belos vestidos da temporada da autoria de Manuela BERRO, pode dar largas ao seu culto “piqueriano” cantando ¿Pa quien será?” com picardia, desenvoltura e grande correcção vocal e cenográfica. Resultou particularmente humorística a forma entaramelada como Maria JIMENEZ lhe criticou um ligeiro engano na letra, trava-línguas dificílimo de que Mercedes se desenvencilhou muitíssimo bem.

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Três das dez coplas cantadas pelos concorrentes nesta Gala 9 foram gravadas por Amália RODRIGUES: “La Salvaora“, “Ojos Verdes” e “Don Triquitraque” (Amália adorava os trava-línguas!).

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No nosso sempre modesto entender – nunca será demais repetí-lo – as melhores presenças da noite foram

Laura María LARREA, que interpretou Dolores, ay mi Dolores” com equilíbrio, sentido estético apreciável… e muito medo do júri! Medo que de alguma forma se viu justificado, pois os 31 pontos que recebeu foram agressão manifesta à equidade.

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Sandra ARCOS bordou toda a poesia de “En una esquina cualquiera”, imprimindo-lhe com os matizes da sua excelente voz toda a riqueza melódica de tão famosa peça musical.

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Alejandra RODRÍGUEZ deu-nos uma versão de “La Salvaora” que marcará junto das grandes versões registadas na história de tão famosa zambra: Manolo CARACOL, La Paquera, Miguel POVEDA, Naranjito de Triana… e a da nossa inesquecível Amalia RODRIGUES.

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A sua actuação – num belo e simplicíssimo vestido de Amparo MACIA – prescindiu dos bailarinos, permitindo deste modo uma concentração muito maior por parte dos telespectadores, e resultando numa performance de cortar a respiração. Juntamo-nos a Hilário, e utilizamos as suas palavras para descrever “La Salvaora“, versão Alejandra RODRÍGUEZ:

Voz, Quejío, Duende, Garra, Mistério, Qiebro gitano…

Obrigado Alejandra!

2M

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