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Se Llama Copla 5 – Gala 14 – 17.12.2011

Macarena SOTO – “Calandria, de Murillo e Segovia. Belo vestido de Loli Vera.

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María CARMONA – “Me embrujaste, de Quintero, León e Quiroga. Belo vestido de Meliza Lozano.

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Coro – Blanca Navidad

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Cintia MERINO – “La flor del temperamento, de Quintero, León e Quiroga. Vestido de Aurora Gaviño.

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Jonathan SANTIAGO – “Con rueda de molino, de León e Solano

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Álvaro DÍAZ – “Adiós a España, de Perelló e Montorio

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Juan Francisco CURADO – “Chiclanera, de Vega, Oropesa e Carmona

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Coro – El pequeño tamborilero

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Ana María MORALES – “La Ruiseñora, de Quintero, León e Quiroga. Estupendo vestido de Jose Hidalgo.

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Raquel ZAPICO – “Limón, limonero, de Perelló, Cantabrana e Mostazo. Belo vestido de Sonia & Isabelle.

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Inés ROBLES – “Maldito sea el querer, de Quintero, León e Quiroga. Vestido de Luchi Cabrera.

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Selina DEL RÍO – “Callejuela sin salida, de Quintero, León e Quiroga. Elegantissímo vestido de Pilar Vera.

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Desafio final:

Maria CARMONA vs Isabel Maria RÍCO – “La Morena de mi copla, de Jofre e Castellano

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A sabedoria do jurí garantiu à excelente Maria CARMONA a presença na segunda fase do concurso.

Se Llama Copla – 2009/2010 – Gala 23 – 20.02.2010

Convidada: ARGENTINA – Argentina MARÍA LÓPEZ TRISTANCHO –  cantaora nascida em Huelva. Depois de ter pontuado os concorrentes com pertinência e equidade, presenteou-nos com uma magistral interpretação de “Torre de arena”. Olé por Argentina!

As melhores presenças da noite:

Alejandra: cada vez mais dona do seu estilo, que executou “Ay Salamancapor fandangos, com mestria absoluta. Honrou uma das maiores coplas de Rafael FARINA, mas sofreu o rigor inexplicável do júri. Vestido de Amparo MACÍA.

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Sandra, que mantém o altíssimo nível das suas interpretações, e que cantou de forma eximia “La rosa del Altozano”. Vestido de Ángeles VERANO.

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Laura teve uma noite excelente, que o júri não teve dificuldade em reconhecer. Cantou “Alondra del cielo” com a subtileza e a força que o texto musical e a letra exigem. Vestido de Sevillanía.

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Nazaret esteve magistral, vocalmente e cenograficamente. Cantou “Al pie de la cruz de mayo” ao som dos arranjos sublimes executados pela grande orquestra dirigida pelo Mestro Josemi. Argentina sublinhou com toda a pertinência a simplicidade agora assumida por Nazaret. Belissimo vestido de Pilar VERA.

No desafio com Abraham, interpretou “Capote de grana y oro” com arte excepcional. Olé por Nazaret!

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Tiveram actuações de destaque nesta Gala 21:

Verónica CARMONA esteve muito bem na pele de “Elvira la cantaora”, copla perfeitamente adaptada ao seu estilo e à sua personalidade. Elegantissimo vestido de Manuela BERRO.

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Alvaro LÓPEZ, que inesperadamente foi o triunfador da gala cantando a fatídica “Ay Maricruz” que tantos candidatos já vitimizou.

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Raquel PEÑA, que em actuação extra-concurso enriqueceu a gala cantando “Calandria” com a mesma qualidade e intensidade da primeira interpretação:

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Sobre o desafio:

O nivel dos candidatos é altissimo, e, na ausência de erros ou deslizes flagrantes, a destrinça começa a ser muito dificil.

Saudamos Abraham pela sua excelente prestação, e sobretudo pelo fair play com que desta vez aceitou a decisão do jurí.

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Sobre o júri:

Pepe GOMEZ atingiu e mantém excelente objectividade.

Maria JIMÉNEZ continua a rejuvenescer, após ter encontrado o seu lugar e a sua postura correcta no programa. Pontuou com equidade e sabedoria.

Hilário LOPEZ esteve particularmente loquaz e bem disposto. Manteve alguma contenção nas pontuações que nos é difícil compreender.

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Pive AMADOR foi didáctico e pedagógico nas suas explicações a respeito da votação no último desafio. E impecavelmente na decisão que lhe coube nesta gala.

2M

*-* Letras postadas na área LETRAS/GALA SLC *-*

Se Llama Copla – 2009/2010 – Gala 20 – 30.01.2010

Primeira gala “fatal”, principio da subida lenta, mas inexorável, até à final.

Convidado: Pansequito, aka José Cortés Jiménez, Cantaor, marido da grande Cantaora sevilhana Aurora Vargas. Nascido em La Línea de la Concepción, cresceu em Puerto de Santa Maria. Tinha quinze anos quando Manolo Caracol o ouviu e contratou para trabalhar em Ma drid, nos “Canasteros”, o seu célebre tablao flamenco.  Na mesma época também cantou em várias companhias de baile flamenco, entre elas a de Antonio Gades.

Artista profícuo, a sua carreira nos últimos anos está centrada nos festivais andaluzes em Espanha e no exterior. Das suas gravações mais recentes destaca-se “A mi bahía” (2001) e “Un canto a la libertad” (2009).

Esteve discreto, excepto em dois momentos: quando “castigou” Mercedes alinhando-se pela votação dos outros membros do júri, e quando premiou Juan Carlos… pelas suas raízes gaditanas.

Deu-nos uma versão algo atípica de “La Salvaora”, quiçá condicionada pela decisão radical de não se inspirar nas versões do [seu] Mestre Caracol.

As melhores presenças da noite:

Verónica, que com “Tres tres” teve o seu merecidíssimo triunfo. De destacar a sua extraordinária versatilidade artística, bem visível quando se analisam as suas interpretações da copla desta gala e de “La Loba”.

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Alejandra, interpretando “Habla con los ojos” com a sua habitual segurança e mestria. Esteve menos bem quando deixou instalar a polémica estéril relativa às questões “estratégicas”, tão estéril quanto desencadeada por asserção (“… Todo son estrategias…”) de que ela própria é autora.

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Laura, que bordou o “Romance de Zamarrilla” num magnifico vestido de Sevillania.

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Álvaro, pela sua magnifica prestação no desafio que o opôs a Mercedes.

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Tiveram actuações de destaque nesta Gala 20:

 
Sandra ARCO manteve a sua alta qualidade interpretativa, enriquecida pela doçura de que faz prova ao ser capaz de dominar cada vez melhor a voz. Cantou “La cruz de mayo” e luziu um belo vestido de Miguel REYES.


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Raquel PEÑA estreou-se com uma primorosa interpretação de “Calandria, calandria”, peça quase desconhecida do imenso acervo da copla espanhola. Raquel impressionou particularmente pelo controlo vocal e pela segurança da sua presença cénica:

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Sobre o júri:

Pepe GOMEZ esteve bem, e apreciámos sobremaneira o 10 que deu a Verónica.

Maria JIMÉNEZ esteve muitíssimo bem, não só pelo 10 que também deu a Verónica, mas ainda pela acutilância das suas observações sobre a lamentável atitude de Mercedes.

Hilário LOPEZ teve uma das suas melhores noites de gala, em que deu largas à sua excelente (e sempre oportuna!) veia poética.

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Pive AMADOR suportou – pela derradeira vez – a impertinência e deslealdade de Mercedes RÍOS. Manteve-se estoicamente fiel ao sentido do dever profissional que sempre demonstra, fazendo passar a objectividade na apreciação da personagem à frente dos sentimentos que inspira. Apreciámos o seu voto de confiança em Álvaro.

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Por razão de ausência, este post é curto e terá que ser completado conforme as possibilidades de acesso aos recursos informáticos indispensáveis. Aqui deixamos as nossas desculpas a todos os visitantes. Grande OBRIGADO ao canal Youtube de Atanasiass, pelos excelentes videos e a amabilidade em consentir a sua utilização!

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