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Se Llama Copla 5 – Gala 13 – 10.12.2011

Cintia MERINO, Alvaro DIÁZ, Jonathan SANTIAGO, Fernando REINOSO

Villancicos flamencos” – Popular

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Coro – “En tierra estraña, de Penela e Alvarez.

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Cintia MERINO – “Bulerias de Antonio Torres, de Quintero, León e Quiroga. Vestida por Pilar Vera.

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Macarena SOTO – “Amante de abril y mayo, de Quintero, León e Quiroga. Luziu belissímo vestido de Luchi Cabrera.

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Fernando REINOSO

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Jonathan SANTIAGO

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Ana Maria MORALES

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Selina DEL RÍO

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Maria CARMONA

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Raquel ZAPICO

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Alvaro DIÁZ

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Juan Francisco CURADO –

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Desafio:

Fernando REINOSO vs Inés ROBLES – “Ay pena, penita, de Quintero, León e Quiroga

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Desfio de altissímo nível, que marcou o fim da presença de Fernando REINOSO no concurso. A sua dignidade e elegância foram exemplares, enobrecendo-o e enobrecendo a raça calé.

Saúdamos Inés ROBLES, grande voz, excelente presença.

Se Llama Copla 4 – Gala 23 – 05.03.2011

Parece-nos demonstrado que a abertura da votação fora das galas tem efeitos perversos e gravosos, uma vez que o seu peso na nota final de cada concorrente em cada gala nem sequer é moderado por uma ponderação judiciosa.

Atribuir 50% a uma votação telefónica que dura no mínimo uma semana (no caso desta gala… 15 dias!) totalmente dissociada das performances dos candidatos, falseia a verdade objectiva e é quase injurioso para o Júri, pois devemos ter em conta que o publico tem pouca memória, vota principalmente por impulso fora do tempo real, e que o peso das votações em tempo real na percentagem total é pouco mais que insignificante.

Compreendemos que as necessidades de financiamento da produção de um concurso tão importante como “Se Llama Copla” (sobretudo em tempo de dramáticas restrições orçamentais publicas) obriguem os responsáveis pela gestão de meios a recorrerem a todos os métodos de optimização das receitas. Mas também entendemos que o magnifico trabalho dos candidatos e do Júri não deve ser ofuscado nem minimizado, para bem da Copla, para bem da Andaluzia.

Dixit…

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No nosso modesto entender, Patricia DEL RÍO foi a grande – e dupla – vencedora da noite. Cantou Me da miedo de la luna, de León y Quiroga, aliando perfeição técnica à transmissão impressionante do sentido profundo de uma copla que era difícil por ser de algum modo elíptica, mas também quase desconhecida. Vestido – belíssimo – de MAREV.


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Álvaro VIZCAÍNO engrandeceu-se interpretando A tu vera, de León y Solano. Pareceu-nos algo prejudicado na pontuação pela sua vincada originalidade, pelo selo inconfundível com que marca as suas actuações.


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Isabel GENIZ – “Como bandás de palomas, de Cintas y Castellanos. A postura distintíssima de Isabel – que se manifesta de forma recorrente nos seus propósitos e na sua forma de estar – associada à sua espantosa resiliência, fazem dela a maior descoberta desta edição. Luziu belo vestido de Cristo BAÑEZ.


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Anaraida SÁNCHEZ cantou La soberana, de Quintero, León y Quiroga, proporcionando alguns dos mais fascinantes minutos de toda a gala. Luziu o mais belo vestido da noite, criação de Ana TORRES.


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As excepcionais capacidades interpretativas de Verónica ROJAS aproveitaram ao belíssimo Poema de mi soledad, de León y Solano. Elegantemente vestida por Pablo LANZAROTE. Proporcionou pedagógica intervenção de Pive AMADOR re


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Mila BALSERA – “Cariño ciego, de Quintero, León y Quiroga. Vestida por Manuela GONZÁLEZ.


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Fran DOBLAS – “Te quiero y quiero, de Ochaíta y Solano


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Apesar das qualidades que evidencia, Álvaro HERNÁNDEZ não conseguiu alcançar a intensidade e quejío de Gloria ROMERO interpretando El día que nací yo, de Quintero, Guillén y Mostazo.


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A Juanma JEREZ coube cantar Niña Caracola, de Román, Quesada, Cervero y Carbó. O percurso de Juanma no mundo da musica será sólido, longo e cheio de sucessos.


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Juan SERRANO – “El maletilla, de Ochaita, Valerio y Solano


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*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*Desafio de altíssimo nível, em que se defrontaram Patricia DEL RÍO e Juanma JEREZ cantandoTriniá“. Venceu Patricia, não só pela interpretação exímia mas também pela especial credibilidade que lhe imprimiu. Olé por Patricia!


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Desafio final:


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: Pertinente, sem pruridos de correcção politica, radicalmente empenhado em garantir o mais alto nível artístico ao concurso.

Quanto ao júri:

Pive AMADOR

Manuel LOMBO : Pedagógico, objectivo, correctíssimo.

Marta QUINTERO
: Sensível, perspicaz, justa e encorajadora.

Hilario LÓPEZ MILÁN
: Alma da copla, veia poética, pertinência na avaliação.

 

Se Llama Copla – 2009/2010 – Gala 14 – 19.12.2009

Convidado: David CIVERA. Representou a Espanha no Festival da Eurovisão de 2001, obtendo um honroso 6.o lugar. Aberto, bem disposto, objectivo nas votações, contribuiu de forma muito positiva para aligeirar a tensão que progressivamente se instalou no decorrer da gala. Apreciámos e aplaudimos particularmente a pertinência do 10 que deu a Selene MOLINA.

Em tempo: observadora amiga e atenta chamou-nos a atenção para a sofisticadissíma – e belissíma! – versão de “Suspiros de España” com que David nos presenteou. Aqui fica a menção, que partilhamos sem reservas!

As melhores presenças da noite:

Alejandra: mais uma noite de glória musical com “Ay mi perro”, que foi imenso sucesso nos anos 50 na voz da Niña de Antequera. A glória de Alejandra não foi tão só musical: a nobreza da sua atitude e propósitos quando confrontada aos comentários de Mercedes RÍOS na passada gala, foram os de uma grande Senhora. Demonstrou inteligência e circunspecção ao recusar-se a alimentar a mediatização do incidente. OLÉ ALEJANDRA! Vestido notável de Amparo MACIÁ.

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Verónica deu-nos uma sublime interpretação de “La Loba”. Como justamente disse Pive, foi uma interpretação plena de “garra, fuerza y sensibilidad“. E parafraseando uma espectadora esclarecida, “versión fantástica de La Loba” por uma “voz de fragua, casi rozada, sin estridencias“. Não alcançou a adesão do grande público pelo seu carácter incomum e esquisito.

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Sandra encantou-nos cantando “Cariño ciego” com a força e requinte de execução que a caracterizam. Em vários momentos ouvimos a soprano de grande classe.

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Sebastián, pai de Laura LARREA, que nos deu uma curta mas intensa e agradabilíssima interpretação da “Niña de Fuego“.

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Tiveram actuações de destaque nesta Gala 14:

Selene MOLINA não teve quaisquer dificuldades para interpretar “Canción del olé”, mas também não lhe emprestou todo o brilhantismo de que é capaz. Citando uma das nossas seguidoras atentas, “su alegria y desparpajo traspasan la pantalla“. A sua abordagem algo diletante do concurso encanta e fascina, mas poderá ser causa de embaraço se tiver que fazer face a um qualquer conjunto de circunstâncias adversas que escapem ao seu voluntarismo.

Laura LARREA interpretou correctamente, e também com delicadeza e elegância “Corona de perlas”, sendo vitima da falta de acuidade discriminatória do júri que mais abaixo evocaremos. Atribuir-lhe o mesmo número de pontos que o obtido por Mari Angeles FERNANDEZ é anomalia manifesta, que o júri tem especial obrigação de prevenir. Requintado vestido de Angeles VERANO.

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Sobre o júri:

Pepe GOMEZ deu-nos a impressão de distante e de menos atento do que é habitual. Só o sentimos implicado quando foi alvo da dura critica que Pive AMADOR dirigiu ao júri.

Maria JIMÉNEZ esteve bem: pertinente nos comentários, atentíssima – nem o fugaz quase-incidente envolvendo Paco QUINTANA e o microfone lhe escapou.

Hilário LOPEZ continua parco em pontos quando se trata de pontuar os candidatos mais destacados. Lá terá as suas razões, que todavia estão por demonstrar.

Os três membros do júri permanente pecaram pela falta de separação relativa nas pontuações que atribuíram a certos candidatos, talvez explicável pelo facto de se tratar de uma gala “festiva“, em que a contemporização pareceu estar na ordem do dia.

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Pive AMADOR uma vez mais fez tábua rasa da correcção politica, pondo o dedo em duas feridas que, objectivamente, parecem prejudicar o trabalho do júri permanente: a tendência para pontuarem mais as coplas do que as execuções das respectivas, e uma (aparente?) penalização de temas carentes de nota dramática. Causou comoção visível nos atingidos, sendo de prever que a controvérsia não fique pelos bastidores e obtenha exposição mediática.

Partilhamos integralmente a sua decisão de submeter Laura LARREA ao desafio, pois foi clara prova de confiança na candidata, que esta honrou plenamente.

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Menos referidos, mas com imensos méritos e contribuição decisiva para a qualidade do programa, devemos mencionar Eva GONZALEZ, que ao longo destes três anos se tem erguido a um grande nível profissional, e os excelentes bailarinos Pedro e Cristina, sem os quais as galas seriam bem menos brilhantes. OLÉ EVA, OLÉ PEDRO, OLÉ CRISTINA!

2M

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