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Se Llama Copla 5 – Gala 04 – 08.10.2011

Juan Antonio GONZÁLEZ – “Patio Banderas, de Currito e Monreal

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Selina DEL RÍO – “Puentecito, de Perelló e Monreal. Vestido de Aurora Gaviño.

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Jonathan SANTIAGO – “Puerto camaronero, de García Padilla e Mostazo

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Álvaro DÍAZ – “La niña de Punta Umbría, de Ochaita, Valerio e Solano

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Mari Carmen MOLINA – “Feriante, de Román e Cepero. Vestido de Pitusa Gasul

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Cintia MERINO – “La salinera, de García Padilla e Mostazo. Vestido de Ana Torres.

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Rocío PELÁEZ – “Calle Elvira, de Montes e Lito. Belo vestido de Sonia  & Isabelle.

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Macarena SOTO – “Corona de perlas, de Pérez Ortiz, Naranjo, Rivas. Belo vestido de José Hidalgo.

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Juan Francisco CURADO – “Falsa monea, de Perelló, Mostazo e Cantabrana

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Ana Pilar CORRAL – “Separaos, de Ignacio Román e R. Jaén. Vestido de Misura.

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Desafio para a imunidade:

Álvaro DIÁZ vs Jonathan SANTIAGO – “Antonio Vargas Heredia, de Mostazo, Merenciano e Oliva.

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Desafio:

Juan Antonio GONZÁLEZ vs Cristina SERRANO – “La bien pagá, de Perelló e Mostazo.

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O júri decidiu dar acesso ao concurso a Cristina SERRANO, cujo nível artistico é sem dúvida elevado, mas que carece da originalidade interpretativa que é a marca do desafiado.

Saúdamos Juan Antonio GONZÁLEZ, cuja passagem por Se Llama Copla é um magnifico exemplo das fronteiras que a arte não tem.

Se llama Copla 4 * Gala 02 * 09.10.2010

Anaraida SÁNCHEZLa Loba, de León, Molina Moles e Quiroga. Vestida com suprema elegância por Ana TORRES.


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Inma GARCÍA IISeñora vecina, de Murillo e Segovia. Muito bem vestida por Amparo MACÍA.


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Remedios CASTROMaría Magdalena, de León, Valverde e Quiroga. Vestida por Aurora GAVIÑO.


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Verónica ROJASCorona de perlas, de Pérez Ortiz, Naranjo, Rivas. Vestida por Pilar VERA.


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Francisco DOBLASLa niña de Punta Umbría, de Ochaita, Valerio e Solano.


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Álvaro VIZCAÍNOMi Córdoba soberana, de López e Núñez.


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Marisol DELGADOPicadita de viruelas, de Quintero, León e Quiroga. Luziu elegantíssima criação de Cristo BÁÑEZ.


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Mariló RUIZVa por usted, de Burgos e Porlán. Vestida por Luchi CABRERA.


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María José AGUILARCallejuela sin salida, de Quintero, León e Quiroga. Vestida por Pitusa GASUL.


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Mario FERNÁNDEZMe embrujaste, de Quintero, León e Quiroga


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Desafio final:

Cantando “Triniá”, de Valverde, León e Quiroga, disputaram o desafio final a decana Mariló RUIZ e a onubense Veronica ROMERO, que nos pareceu ter de algum modo provocado o jurí ao adoptar uma postura de laureada inevitável.


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Quanto ao jurí:

Pepe “El marismeño” foi substituído por Manuel LOMBO, que se estreou com objectividade louvável, rigor construtivo na apreciação e moderação na pontuação.

Marta QUINTERO utiliza critérios pertinentes, menos técnicos e mais artísticos, contribuindo de forma muito positiva para a equidade das decisões.

Hilario LOPEZ recusa claramente as responsabilidades de decano do jurí, preferindo ater-se a critérios subjectivos estreitamente ligados ao impacto sensorial que cada actuação lhe produz.

Pive AMADOR mantém o seu elevado sentido crítico, que exerce de forma acutilante e construtiva.



Se Llama Copla – 2009/2010 – Gala 14 – 19.12.2009

Convidado: David CIVERA. Representou a Espanha no Festival da Eurovisão de 2001, obtendo um honroso 6.o lugar. Aberto, bem disposto, objectivo nas votações, contribuiu de forma muito positiva para aligeirar a tensão que progressivamente se instalou no decorrer da gala. Apreciámos e aplaudimos particularmente a pertinência do 10 que deu a Selene MOLINA.

Em tempo: observadora amiga e atenta chamou-nos a atenção para a sofisticadissíma – e belissíma! – versão de “Suspiros de España” com que David nos presenteou. Aqui fica a menção, que partilhamos sem reservas!

As melhores presenças da noite:

Alejandra: mais uma noite de glória musical com “Ay mi perro”, que foi imenso sucesso nos anos 50 na voz da Niña de Antequera. A glória de Alejandra não foi tão só musical: a nobreza da sua atitude e propósitos quando confrontada aos comentários de Mercedes RÍOS na passada gala, foram os de uma grande Senhora. Demonstrou inteligência e circunspecção ao recusar-se a alimentar a mediatização do incidente. OLÉ ALEJANDRA! Vestido notável de Amparo MACIÁ.

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Verónica deu-nos uma sublime interpretação de “La Loba”. Como justamente disse Pive, foi uma interpretação plena de “garra, fuerza y sensibilidad“. E parafraseando uma espectadora esclarecida, “versión fantástica de La Loba” por uma “voz de fragua, casi rozada, sin estridencias“. Não alcançou a adesão do grande público pelo seu carácter incomum e esquisito.

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Sandra encantou-nos cantando “Cariño ciego” com a força e requinte de execução que a caracterizam. Em vários momentos ouvimos a soprano de grande classe.

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Sebastián, pai de Laura LARREA, que nos deu uma curta mas intensa e agradabilíssima interpretação da “Niña de Fuego“.

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Tiveram actuações de destaque nesta Gala 14:

Selene MOLINA não teve quaisquer dificuldades para interpretar “Canción del olé”, mas também não lhe emprestou todo o brilhantismo de que é capaz. Citando uma das nossas seguidoras atentas, “su alegria y desparpajo traspasan la pantalla“. A sua abordagem algo diletante do concurso encanta e fascina, mas poderá ser causa de embaraço se tiver que fazer face a um qualquer conjunto de circunstâncias adversas que escapem ao seu voluntarismo.

Laura LARREA interpretou correctamente, e também com delicadeza e elegância “Corona de perlas”, sendo vitima da falta de acuidade discriminatória do júri que mais abaixo evocaremos. Atribuir-lhe o mesmo número de pontos que o obtido por Mari Angeles FERNANDEZ é anomalia manifesta, que o júri tem especial obrigação de prevenir. Requintado vestido de Angeles VERANO.

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Sobre o júri:

Pepe GOMEZ deu-nos a impressão de distante e de menos atento do que é habitual. Só o sentimos implicado quando foi alvo da dura critica que Pive AMADOR dirigiu ao júri.

Maria JIMÉNEZ esteve bem: pertinente nos comentários, atentíssima – nem o fugaz quase-incidente envolvendo Paco QUINTANA e o microfone lhe escapou.

Hilário LOPEZ continua parco em pontos quando se trata de pontuar os candidatos mais destacados. Lá terá as suas razões, que todavia estão por demonstrar.

Os três membros do júri permanente pecaram pela falta de separação relativa nas pontuações que atribuíram a certos candidatos, talvez explicável pelo facto de se tratar de uma gala “festiva“, em que a contemporização pareceu estar na ordem do dia.

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Pive AMADOR uma vez mais fez tábua rasa da correcção politica, pondo o dedo em duas feridas que, objectivamente, parecem prejudicar o trabalho do júri permanente: a tendência para pontuarem mais as coplas do que as execuções das respectivas, e uma (aparente?) penalização de temas carentes de nota dramática. Causou comoção visível nos atingidos, sendo de prever que a controvérsia não fique pelos bastidores e obtenha exposição mediática.

Partilhamos integralmente a sua decisão de submeter Laura LARREA ao desafio, pois foi clara prova de confiança na candidata, que esta honrou plenamente.

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Menos referidos, mas com imensos méritos e contribuição decisiva para a qualidade do programa, devemos mencionar Eva GONZALEZ, que ao longo destes três anos se tem erguido a um grande nível profissional, e os excelentes bailarinos Pedro e Cristina, sem os quais as galas seriam bem menos brilhantes. OLÉ EVA, OLÉ PEDRO, OLÉ CRISTINA!

2M

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