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Se Llama Copla 5 – Final do Casting – 10.09.2011

Jessica LÓPEZ – Herencia gitana, de Cantabrana, Perelló e Mostazo. Vestida por Nelson y Carrera.

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Selina DEL RÍO – Dolores ay mi Dolores, de Quintero, León e Quiroga. Vestida por Menchen Tomás.

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Álvaro DIAZ – A tu vera, de León e Solano

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Rocío PELÁEZ – Noches bonitas de España, de Román e Segovía. Vestida por Sonia y Isabelle

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Juan Antonio González – En el último minuto, de León e Solano

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Delia SUAREZ – Rocío, de León e Solano. Vestida por Zágora

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Jonathan SANTIAGO – Tien cuidado, de León e Solano

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Cintia MERINO – La flor de los cantes, de Quintero, León e Quiroga. Vestida por Luchi Cabrera.

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Juan Francisco CURADO – Quién tiene la culpa, de Saavedra e Marta.

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Mari Carmen MOLINA – La ventolera, de Arias e Gordillo. Vestida por Ana Torres.

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Ana Pilar CORRAL – Tengo miedo torero, de A. Kaps e Algueró. Vestida por Pilar Vera.

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Zenaida GALLARDO – Cárcel de oro, de Quintero, León e Quiroga. Vestida por Aurora Gaviño.

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Ana Pilar Corral vs Zenaida Gallardo – Ojos verdes, de Valverde, León e Quiroga.

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Se Llama Copla 4 – Gala 07 – 13.11.2010

Gala temática, original e provavelmente única , que demonstrou a força imensa com que o cante jondo estrutura grandes coplas.

Em radical dissonância da maioria votante, entendemos que a noite foi de Anaraida SÁNCHEZ, que veementemente saúdamos e encorajamos. A sua interpretação de “María de la O” (Valverde, León e Quiroga), pela sua intensidade, pelo seu intimismo, pelo excepcional desempenho cénico, fará decerto história. No que respeita a modfa flamenca, a noite também foi de Aurora GAVIÑO.

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Inma GARCÍA II prossegue com notável segurança e maior resiliência o percurso que laboriosamente define. Cantou muito bem “Romance de la otra” (Quintero, León e Quiroga) Luziu – e também passeou muito bem – um elegantissimo vestido de Manuela BERRO.

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Isabel GENIZ – “Un clavel” (León, Segura e Solano). Vestido de Pilar VERA.

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Álvaro VIZCAÍNO – “Romance de Juan de Osuna” (Quintero, León e Quiroga)

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Verónica ROJAS deliciou-nos com uma brilhantissíma interpretação de “Triana, Triana” (Mostazo, Molleda, Garcia Padilla e Del Castillo) e com mais uma grande criação de Amparo MACIÁ.

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Patricia DEL RÍO foi também [incompreensivelmente!] vitimizada pela audiência. A sua versão de “Quién tiene la culpa” (Saavedra e Marta) foi de altissíma qualidade , e um dos momentos grandes da nopite. Vestida por Ángeles VERANO.

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Remedios CASTRO – “Dolores, ay mi Dolores” (Quintero, León e Quiroga). Vestida por Luchi CABRERA.

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Fran DOBLAS – “Tientos del cariño” (Gordillo, Quintero e León Arias)

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Mario FERNÁNDEZ – “Carceleras del Puerto” (De la Oliva e Mostazo)

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Desafios finais:

Mario FERNANDEZ vs Juan Manuel JEREZ

Me embrujaste

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Mario FERNÁNDEZ vs Rocío NAVARRO

“Ay pena, penita”

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Se Llama Copla – 2009/2010 – Gala 9 – 14.11.2009

Convidada: Índia MARTINEZ. Presença sóbria e discreta. Cumpriu correctamente a sua missão.

Pepe GOMEZ, mantendo em geral a boa forma, pontuou sem desvios significativos em relação aos outros membros do júri.

Maria JIMÉNEZ pareceu-nos senão restabelecida, pelo menos em via de restabelecimento. Invectivou o público, o que é animador sinal de regresso – ainda que tímido – ao gosto pela polémica que evidenciou no início desta edição de Se Llama Copla.

Hilário LOPEZ esteve bem, ainda que nos parecesse algo contido e parco em comentários.

Já desde algum tempo, o júri parece-nos estar a cair no erro grave de esbater a diferenciação entre candidatos, tornando assim mais difícil a leitura objectiva do registo de cada um. Foi flagrante a parcimónia com que pontuou Alejandra, para logo em seguida cometer exagero manifesto na avaliação de Paco QUINTANA. Foi também evidente a sobre-pontuação de Sandra ARCO em relação a Alejandra, e a penalização de Laura LARREA em relação a ambas.

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Pive AMADOR arbitrou com oportunidade e coerência, salvando Álvaro e forçando a desafiante a bater-se com Laura LARREA, que é indiscutivelmente um dos valores mais seguros do programa.

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Tiveram actuações de destaque nesta Gala 9:

Juan Carlos MATA que defendeu muitíssimo bem “El pescaero”, prestando honrada homenagem ao excelente Antonio AMAYA.

Abraham RUIZ cantou “Adiós a España”, com sentimento, força e tenacidade sem falha. Coincidindo a Gala 9 com o seu aniversário, daqui lhe manifestamos toda a simpatia e votos de uma vida longa e feliz!

Selene MOLINA interpretou “Tengo miedo” com a intensidade e sentimento a que nos vem habituando. Algo prejudicada por uma óbvia inflamação dos brônquios, luziu um magnifico vestido de Carmen VEGA. Mereceu grande apreço o gesto de India MARTINEZ, que ao dar-lhe a nota máxima marcou o seu desacordo com os 7 pontos (!!!) com que Pepe, Maria e Hilário pretendiam enviá-la ao desafio.

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Mercedes RÍOS, apresentando com suma elegância um dos mais belos vestidos da temporada da autoria de Manuela BERRO, pode dar largas ao seu culto “piqueriano” cantando ¿Pa quien será?” com picardia, desenvoltura e grande correcção vocal e cenográfica. Resultou particularmente humorística a forma entaramelada como Maria JIMENEZ lhe criticou um ligeiro engano na letra, trava-línguas dificílimo de que Mercedes se desenvencilhou muitíssimo bem.

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Três das dez coplas cantadas pelos concorrentes nesta Gala 9 foram gravadas por Amália RODRIGUES: “La Salvaora“, “Ojos Verdes” e “Don Triquitraque” (Amália adorava os trava-línguas!).

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No nosso sempre modesto entender – nunca será demais repetí-lo – as melhores presenças da noite foram

Laura María LARREA, que interpretou Dolores, ay mi Dolores” com equilíbrio, sentido estético apreciável… e muito medo do júri! Medo que de alguma forma se viu justificado, pois os 31 pontos que recebeu foram agressão manifesta à equidade.

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Sandra ARCOS bordou toda a poesia de “En una esquina cualquiera”, imprimindo-lhe com os matizes da sua excelente voz toda a riqueza melódica de tão famosa peça musical.

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Alejandra RODRÍGUEZ deu-nos uma versão de “La Salvaora” que marcará junto das grandes versões registadas na história de tão famosa zambra: Manolo CARACOL, La Paquera, Miguel POVEDA, Naranjito de Triana… e a da nossa inesquecível Amalia RODRIGUES.

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A sua actuação – num belo e simplicíssimo vestido de Amparo MACIA – prescindiu dos bailarinos, permitindo deste modo uma concentração muito maior por parte dos telespectadores, e resultando numa performance de cortar a respiração. Juntamo-nos a Hilário, e utilizamos as suas palavras para descrever “La Salvaora“, versão Alejandra RODRÍGUEZ:

Voz, Quejío, Duende, Garra, Mistério, Qiebro gitano…

Obrigado Alejandra!

2M

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