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Se Llama Copla 5 – Gala 13 – 10.12.2011

Cintia MERINO, Alvaro DIÁZ, Jonathan SANTIAGO, Fernando REINOSO

Villancicos flamencos” – Popular

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Coro – “En tierra estraña, de Penela e Alvarez.

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Cintia MERINO – “Bulerias de Antonio Torres, de Quintero, León e Quiroga. Vestida por Pilar Vera.

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Macarena SOTO – “Amante de abril y mayo, de Quintero, León e Quiroga. Luziu belissímo vestido de Luchi Cabrera.

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Fernando REINOSO

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Jonathan SANTIAGO

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Ana Maria MORALES

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Selina DEL RÍO

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Maria CARMONA

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Raquel ZAPICO

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Alvaro DIÁZ

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Juan Francisco CURADO –

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Desafio:

Fernando REINOSO vs Inés ROBLES – “Ay pena, penita, de Quintero, León e Quiroga

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Desfio de altissímo nível, que marcou o fim da presença de Fernando REINOSO no concurso. A sua dignidade e elegância foram exemplares, enobrecendo-o e enobrecendo a raça calé.

Saúdamos Inés ROBLES, grande voz, excelente presença.

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Se Llama Copla 4 – 09.04.2011 – Gala 28 – Semi-final

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Actuações:

Anaraida SÁNCHEZ – “Solo vivo pá quererte, de Quintero, León e Quiroga. Vestido de MASELL.


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Álvaro VIZCAÍNO – “Antonio Vargas Heredia, de Mostazo e De la Oliva

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Fran DOBLAS – “Silencio por un torero, de Quintero, León e Quiroga

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Álvaro HERNÁNDEZ – “No me digas que no, de León e Quiroga

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Verónica ROJAS – “En tierra extraña, de Penella e Álvarez. Vestido de Francisco TAMARAL.

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Desafios:

Anaraida SÁNCHEZ vs Álvaro VIZCAÍNO:

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Passa à final por decisão do júri: Anaraida SÁNCHEZ

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Veronica ROJAS vs Alvaro HERNÁNDEZ:

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Passa à final por decisão do júri: Veronica ROJAS

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Alvaro VIZCAÍNO vs Alvaro HERNÁNDEZ:

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Resultado a decidir pelo publico por votação telefónica

Se Llama Copla – 2009/2010 – Gala 6 – 24.10.2009

Convidada: Maria GRACIA, sevilhana e afilhada de Carmen SEVILLA, conhecida pela sua colaboração consistente e desinteressada na actividade de várias ONG.

Esteve atenta, e foi clara e pertinente nos seus comentários. Foi equilibrada e positiva na atribuição de pontuações, cumprindo assim com distinção a principal missão do membro convidado. Uma grande senhora!

Pepe GOMEZ continua a estabilizar o seu desempenho, que uma vez se pode qualificar de impecável. A inteligência e justiça com que pontuou Mercedes RIOS –  em manifesta e justificada dissensão com Maria JIMENEZ e Hilário, que não ousaram dar 9  – foram decisivas para que a algecirenha fosse a melhor classificada da noite. Coincidindo esta gala com o dia do seu aniversário, daqui o felicitamos e lhe desejamos uma vida longa, sã, e feliz.

Maria JIMÉNEZ não se encontrava em boa forma física, e assegurou a sua presença à custa de e manifesto esforço. Desejamos-lhe pronto restabelecimento.

Hilário prosseguiu a sua missão com a segurança que a sabedoria e longa experiência lhe permitem.

Ao contrário do que ocorria com os júris das passadas edições, são patentes a falta de coesão e a distância entre os membros deste júri, que até num detalhe menor se notam: no final da gala, quando todas as válvulas se abrem e os candidatos descarregam reunindo-se no palco o stress acumulado ao longo da noite, a ausência dos membros do júri contrasta com o que se passava nas edições precedentes.

A experiência de Hilário e a rápida aprendizagem de Pepe GOMEZ têm porém permitido assegurar um confortável nível de coerência, o que se reconhece e agradece.

Pive esclareceu de forma pedagógica e convincente a motivação da sua decisão de enviar Maria Jesús ao desafio na semana passada. Numa curta declaração, manifestou o seu desacordo pela demasiada insistência que alguns membros do júri colocam no “trabalho”, explicando que o génio e o talento são insuperáveis através do simples exercício. Partilhamos inteiramente o seu ponto de vista.

Os resultados do excelente trabalho de Marietta CALDERÓN são visíveis na forma como os candidatos progridem em termos coreográficos, e o investimento de Raquel GARCIA vem sendo sucessivamente comprovado ao longo do programa. Lamentamos que nas noites de gala não seja dado a ambas o destaque (pelo menos profissional) que merecem. Daqui as cumprimentamos pela excelência do trabalho que executam!

Os bailarinos continuam excelentes, e o desempenho de Cristina enriqueceu imenso a “Niña de fuego” interpretada por Laura LARREA, e foi de cortar a respiração.

O Reverendo Padre Medina desapareceu do cenário, o que se aplaude e nos permite retirá-lo do rol de referências obrigatórias.

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Como Hilário oportunamente referiu, foi uma noite de obras-primas, em que no nosso modesto entender se destacaram particularmente:

Selene MOLINA, que de forma intensa mas intimista cantou se entregou totalmente a “Torre de arena”. Teve alguns problemas de controlo da respiração, que superou graças ao dominio que tem de si própria. Cada vez mais admiramos a resiliência psicológica e o impressionante self control de Selene, cuja resistência à adversidade é tanto mais admirável quanto se trata de uma jovem de tão só dezasseis anos.

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Juán Carlos, numa interpretação correctíssima da velha “Campanera“, enriquecida por uma excepcional prestação coreográfica.

María Jesús DURÁN brilhou e pontuou cantando “Clavá en mi amargura“, uma copla pouco divulgada estreada em 1959 por Marifé de Triana, o que é tanto mais meritório quanto sabemos que os telespectadores são mais sensíveis aos temas conhecidos.

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À última gala excepcional para Mayka GARCIA, sucedeu uma gala muito difícil. Coube-lhe interpretar “Yo soy… esa“, o que, no nosso entender, levou a cabo com bastante mais brilho do que os 27 pontos que obteve do júri permitem supor. Luziu um belissimo vestido criado por Luchi CABRERA, e foi salva do desafio por Pive AMADOR, o que mereceu aplausos dos presentes, a que nos associamos.

Abraham RUIZ caiu no desafio por vontade do público (e de Pive AMADOR), apesar da sua  interpretação correctíssima de “El Maletilla”. Não teve qualquer dificuldade em vencer a desafiante Montse IGLESIAS, voz prometedora, mas por enquanto inexperiente e insegura.

Incidentalmente, é interessante comparar o descontrolo emocional de Abraham com os nervos de aço de Selene, pois ilustram a palete de tipos humanos que Se Llama Copla apresenta ao público, e constituem uma das razões do extraordinário sucesso do concurso.

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As melhores presenças da noite foram:

Sandra ARCO, que nos impressionou sobremaneira interpretando “Calle Elvira“, uma fabulosa composição inspirada num poema de GARCIA LORCA. Tem o estofo dos grandes artistas, transfigura-se cantando, e mesmeriza a audiência. Auguramos-lhe uma carreira excelente dentro e fora do concurso.

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Alejandra RODRÍGUEZ mais uma vez colocou a sua inimitável cor de voz ao serviço de “Mentira y maldad“, um belíssimo texto de Rafael de LÉON. Ritmo impecável, versatilidade invejável, bom gosto, contenção inteligente. Perfeita!

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Laura María LARREA arrebatou o publico e os telespectadores com uma magistral interpretação da “Niña de Fuego“. Vestido distintíssimo de Amparo MACÍA.

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E é ainda com um grande prazer que este blog se congratula pelo sucesso alcançado por Mercedes RÍOS! Cantou En tierra estraña” com a delicadeza, a classe e a distinção que a caracterizam. Os 35 pontos que o júri lhe atribuiu pecaram por curtos, mas os telespectadores corrigiram eficazmente. Vestido de impressionante elegância e sobriedade de Petro VALVERDE.

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EM CONCLUSÃO: OBRIGADO ANDALUZIA POR MAIS UMA GRANDE, GRANDE GALA!

2M

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