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Se Llama Copla 4 – Gala 17 – 22.01.2011

Verónica ROJAS proporcionou alguns dos momentos mais altos de todas as edições de Se Llama Copla. A sua interpretação de Tatuaje (Valerio, León e Quiroga) ficará nos anais do concurso. Vestida por Aurora GAVIÑO.


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Anaraida SÁNCHEZ teve também uma grande, grande noite, executando Dime que me quieres (León e Quiroga) com perfeição técnica e sentimento impressionantes. Luziu belo vestido de Matilde CANO.


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Isabel GENIZ cantou bem La luna me engañó (Murillo, Gutiérrez e Fandiño), demonstrando a sua maturidade artística ao recuperar instantaneamente da queda com que iniciou a sua actuação. Belo vestido de Luchi CABRERA.


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Remedios CASTRO – “Campanero jerezano (Tenorio, San Julián, Freire): força, quejío, e virtuosidade coreográfica. Apesar de algumas falhas, foi uma grande interpretação, uma das melhores de Remedios.
Vestida por Pilar VERA.


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Álvaro VIZCAÍNO arriscou com uma copla pouco conhecida – La luz de tus ojos grises (Gallardo e Sánchez Ortega). Executou com o rigor e a perfeição que lhe são próprios.


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Apesar dos meritíssimos esforços que desenvolve, Patricia DEL RÍO continua a ser injustamente ignorada pelo público, por razões certamente ligadas ao sistema de votação. Cantou Bulerías de Antonio Torres de Quintero, León e Quiroga com segurança, rigor técnico, e muita, muita arte. Vestida por Manuela BERRO.


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Juanma JEREZ é outra das vitimas do sistema de votação (linhas abertas em permanência), que dissolve a valoração das actuações em palco confundindo-as com as que são atribuídas durante a semana ao magnetismo pessoal dos candidatos. Cantou muito bem Los cuatro candilesde Quintero e Gordillo.


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Não sendo das mais coloridas interpretações de Compuesta y sin novio (Valverde, León e Quiroga) das que já passaram pelo concurso, a de Mila BALSERA foi bastante convincente, pela desenvoltura e execução coreográfica. Vestida por Manuela GONZALEZ.


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Como sublinhou Hilário LÓPEZ com a sua proverbial pertinência, Juan SERRANO cultiva com mestria um estilo clássico que agrada sobremaneira a uma parte significativa dos telespectadores. Cantou Adiós a España (Perelló e Montorio) com segurança e perfeição técnica, ainda que com algum deficit de sentimento.


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Pelo seu estilo atípico e invulgar, Álvaro HERNÁNDEZ é o outsider desta edição do concurso. Interpretou com mestria Niña Caracola, de Kola e Castellano.


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Desafio final:

Defrontaram-se Mila BALSERA e Rocío NAVARRO cantando Antonio Vargas Heredia, de Mostazo e De la Oliva.

Duas vozes magnificas, que estranhamente se completam. A decisão do júri – porventura das mais dificeis com que se confrontou – garantiu a presença de Mila em mais uma gala do concurso.


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Quanto ao júri:

Pive AMADOR veio a terreno defender um príncipio que deveria fazer parte do regulamento do concurso: as valorações devem tendencialmente reflectir os méritos relativos dos candidatos uns em relação aos outros.

Sublinhou também o caracter condicionante das primeiras pontuações da noite, que devem ser ajustadas de forma a não prejudicarem as seguintes.

Manuel LOMBO teve o seu mau momento ao votar a valoração de Anaraida acompanhada de uma declaração injusta, impertinente e irresponsável. Tendo em conta a alta qualidade do trabalho que vem prestando desde a primeira gala, propomos que o incidente se encerre e seja radicalmente esquecido.

Marta QUINTERO: sem reparos.

Hilario LÓPEZ MILÁN
demonstrou a sua sabedoria, ponderação e veia diplomática na forma como contribuiu para diluir o incidente que opôs Manuel LOMBO e Pive AMADOR. Ao atribuir a nota máxima a Anaraida não só foi pertinente e justo, mas também transmitiu à candidata a mensagem de confiança que a sua belíssima prestação merecia.

Se Llama Copla – 2009/2010 – Gala 5 – 17.10.2009

Se Llama Copla honrou os seus mais de um milhão de telespectadores convidando Dolores ABRIL, distinta senhora da musica e do cinema espanhóis, grande mulher que dedicou grande parte da sua vida a Juanito VALDERRAMA, homem de discreta estatura física, mas de grande porte artístico e nobre carácter.

Dolores ABRIL despediu-se deliciando-nos com uma brilhante interpretação de “La Parrala“.

Pepe GOMEZ surpreendeu-nos muito positivamente: atento, observador, rigoroso. Descreveu a sua grelha de avaliação, que nos pareceu pertinentes e equilibrada. Prodigou comentários e recomendações a todos os candidatos que os requeriam, e aqui lhe deixamos apreço e admiração. Também o aplaudimos sem reservas quando não partilhou a severidade aplicada pelos colegas à actuação de Selene – que criticou justamente – mas a quem não deixou de dar um sinal forte de estímulo.

Maria JIMÉNEZ continua amodorrada em prudente mas inoperante reserva. Limita-se a pontuar as actuações dos candidatos e a recomendar-lhes que “trabalhem” (“que se lo curren“), sem aportar qualquer contributo apreciável ao programa.

Hilário persiste em encorajar os candidatos, criticando-os sempre de forma positiva, competente, elegante, bem disposta e com o recuo típico de quem já viu muito, de quem dificilmente se pode surpreender. Apreciámos a forma cirúrgica (mesmo algo sibilina – sem ofensa!) como pontuou Laura Maria.

Pive esteve bem e foi pertinente ao decidir de forma a proporcionar aos telespectadores um bom desafio.

O Reverendo Padre Medina mostrou-se ainda mais discreto. Esperamos que a laicização integral regresse rapidamente a Se Llama Copla.

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Destacaram-se nesta Gala nr. 5 :

Sandra ARCO estreou-se bem cantando “Cárcel de Oro”. Demonstrou que não fará concorrência a Mercedes RÍOS no estilo piqueriano.

María Jesús DURÁN tirou belíssimo partido do pasodoble “Patio Banderas”. Viu-se segura, cheia de vontade… e feliz! Desejamos-lhe os maiores sucessos!

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Mercedes RÍOS: cantou muitíssimo bem “Madrina” (pereceu-nos que Hilário desconhece a intensa actividade passada de Mercedes, dedicada ao culto de Concha PIQUER). Mercedes persiste nas manifestações de quase-hostilidade ao Júri, que carecem sentido e oportunidade. Recomendamos-lhe alguma reflexão sobre a volatilidade da opinião das massas, pois parece-nos que está persuadida da infalibilidade do apoio que lhe têm proporcionado.

Laura María LARREA que cantou “La luna me engañó” com muita graça, alegria e perfeição técnica.

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As melhores presenças da noite foram

Mayka GARCIA, que teve uma noite excepcional: passeando um esplêndido vestido de Cañavate, deliciou-nos com a sua preciosa interpretação de Los Peregrinitos, e a felicidade imensa com que o – aparentemente inesperado – pedido de casamento a inundou foi sentida e partilhada por milhões de telespectadores. Talvez pareça um lugar comum, mas um serviço público de televisão que transmite felicidade merece o imenso sucesso que tem!

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Álvaro LÓPEZ, cuja interpretação de “Antonio Vargas Heredia” foi intimista, pessoalíssima, e de altíssima qualidade interpretativa.

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Alejandra RODRÍGUEZ continua a progredir em requinte interpretativo, em fusão com os textos e com a orquestra. Cantou a magnifica zambra “No puedo vivir contigo”, e fê-lo de forma exímia.

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