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Se Llama Copla 5 – Gala 15 – 07.01.2012

Maria CARMONA – “La remanguillé, de León, Clavero, Quiroga e Vargas. Vestida por Rocío Peralta.

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Coro – “Salero de España, de Quintero, León e Quiroga

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Macarena SOTO – “Ay Torre, Torremolinos, de León e Solano.  Vestido de Marí Reyes

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Jonathan SANTIAGO – “Zorongo gitano, tema popular adaptada por García Lorca e musicado por Balaguer.

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Ana Maria MORALES – “Cinco farolas, de Ochaita, Valerio e Solano. Belissímo vestido de Nelson y Carreras.

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Álvaro DÍAZ – “Cada cual por su camino, de Román e Naranjo

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Inés ROBLES – “Los aceituneros, de Monreal, Triano e Callejón. Luziu o mais belo vestido da noite, da autoria de Sonia y Isabelle.

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Cintia MERINO – “Castillitos en el aire, de Quintero, León e Quiroga. Vestida por Magdalena Jimenez.

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Raquel ZAPICO – “Manolita la primera, de Quintero, León e Quiroga. Vestido de Rocío Peralta.

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Coro – “Me voy o no me voy, de Rigel, Arozamena e Lopez.

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Juan Francisco CURADO – “Luna de España, de Llovet e Moraleda

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Selina DEL RÍO – “Sombra de mi sombra, de León e Solano. Belissimo vestido de Sonia Peña.

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Desafio:

Selina DEL RÍO, que uma vez mais o público relegou para o último lugar, optou por uma “estratégia” de limitação do risco que correria se enfrentasse Cintia MERINO, batendo-se sem valor nem glória… com Maria CARMONA!

Partilhamos o desconforto de Pive AMADOR e o protesto de Hilário LOPEZ MILLÁN, que sublinhou o desiquilíbrio manifesto entre as desafiantes. O silêncio ensurdecedor do público presente no estudio também deixou bem claro o caracter patético do final desta Gala , em que se viu a veterana dos palcos completamente descontrolada, ser confortada pela principiante que acabara de expulsar do concurso. Patético, simplesmente patético!

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Maria esteve magistral, não só na interpretação, mas sobretudo na dignidade com que enfrentou a situação. OLE POR MARIA CARMONA!

Se Llama Copla 5 – Viernes noche 05 – 14.10.2011

Maria LOZANO – “Tres puñales, de León e Solano. Vestida por Sonia Peña.

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Delia SUÁREZ – “La remanguillé, de León, Clavero,  Quiroga e Vargas.

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Rocío GONZÁLEZ – “No puedo vivir contigo, de Quintero, León e Quiroga.

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Aymar BOMUARET – “Pasodoble te quiero, de Guijarro e Monreal.

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Juan Antonio GONZÁLEZ – “Silencio por un torero, de Quintero, León e Quiroga.

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Maria LOZANO – “Limosna de amores, de Quintero, León e Quiroga.

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Delia SUÁREZ vs Rocío GONZÁLEZ – “Ay pena penita, de Quintero, León e Quiroga.

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O jurí decidiu confiar o desafio da Gala 05 a Rocío GONZÁLEZ.

Se Llama Copla 4 – Gala 12 – 18.12.2010

Isabel GENIZ teve outra noite de glória comSalero de España (Quintero, León y Quiroga), em que aplicou não só o salero que se impunha mas a graça, a elegância e a naturalidade que fazem dela um dos valores mais seguros desta edição. Esteve objectiva, digna, imperturbável, e pertinente  na decisão de excluir Juanma do desafio. Belíssimo vestido de Amparo MACIÁ.

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Mais uma magistral actuação de Anaraida SÁNCHEZ, que emprestou os seus excepcionais dotes vocais e interpretativos a um grande clássico – Mi amigo de León y Solano. Elegantíssimo vestido de Ana TORRES.

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Remedios CASTRO cantou e actuouYo soy… esa” (Quintero, León y Quiroga) com excepcional elegância, retenção e fulgor artístico. Vestido – o mais belo da gala – de Luchi CABRERA.

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Belíssima interpretação deQué bonita es mi niña (F.García del Val) por Álvaro VIZCAÍNO, que cada vez mais demonstra ser capaz de emprestar aos temas que lhe confiam originalidade e criatividade.

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Inma GARCÍA II enfrentou-se nesta gala a um registo menos adaptado ao seu estilo pessoal. No nosso modesto entender provou a solidez das suas capacidades, cantando Separaos” (I. Román y R. Jaén) com impressionante ajuste e perfeição técnica. Vestido de Pilar VERA.

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Verónica ROJAS cantouYo no me quiero enterar de Quintero, León y Quiroga, com brilho e sensibilidade. Por muito que a actuação na Catedral de Sevilha ao lado de Manuel LOMBO possa ter sido bálsamo para o tormento da desafeição relativa dos telespectadores em relação à sua pessoa e à sua arte, pareceu-nos que não lhe aproveitou, pelo grave conflito de interesses que constitui. Vestido de Ana TORRES.

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Patricia DEL RÍO cresce e adquire admirável segurança. Interpretou Manolito Clavel (Quintero, León y Quiroga). Vestido de Manuela BERRO.

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Mila BALSERA vendeu com segurança e mestria a Vendedora de coplas (Ignacio Román). Vestido de Aurora GAVIÑO.

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Juanma JEREZLa remanguillé (León, Clavero, Quiroga y Vargas). Domínio da voz e integração com a orquestra excelentes.

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Álvaro HERNÁNDEZDolores la Golondrina (Quintero, León y Quiroga). Estilo pessoal muito cuidado, afinação perfeita, expressão musical original.

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Desafio final:

Defrontaram-se se Remedios CASTRO e Lidia HERNÁNDEZ cantando A tu vera, de León e Solano. Duas grandes vozes, duas grandes interpretes. Pessoalmente, entendemos que a admirável sensibilidade, o intimismo e a pessoalissíma versão de Remedios lhe valeram justamente a decisão do júri.

 

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Quanto ao júri:

Pive AMADOR: sem reparos, e com louvores à “finesse” sibilina com que tentou salvar Remedios das intenções do júri.

Manuel LOMBO esteve bem, nomeadamente na intervenção incidental à pontuação de Isabel GENIZ, pondo em evidência a frontalidade da concorrente. Ao convidar Veronica ROJAS para partilhar com ele (artisticamente…!) o altar-mór da Catedral de Sevilha fragilizou a sua independência, que corre o risco de poder vir a ser sériamente posta em causa até ao fim da edição.

Marta QUINTERO parece-nos afectada pelo síndroma da mudança, evidenciado na passada gala ao condenar Fran DOBLAS, e nesta ao condenar Remedios CASTRO. No restante, geralmente pertinente e equilibrada, com alguns excessos de rigor (v.g. Isabel e Remedios).

Hilario LÓPEZ: sem reparos, e com louvores à inesgotável e pertinente veia poética.

Se Llama Copla – 2009/2010 – Gala 8 – 7.11.2009

Convidada: Tamara. Sevilhana, filha de mãe cigana (que foi notável bailaora!) e neta do grande Rafael FARINA. Com 15 anos gravou o seu primeiro álbum intitulado “Gracias“. Em seguida, gravou em Miami uma compilação de boleros intitulada “Siempre“, que obteve sólidos aplausos da crítica e o apoio do público. Esteve muitíssimo bem: prudente, construtiva, encorajante.

Pepe GOMEZ avaliou e motivou as pontuações com equilíbrio, mantendo-se algo “económico”. Aprovámos e apreciámos o 8 que deu a Juan Carlos, mas entendemos injustificadamente curto o 9 que deu a Alejandra.

Maria JIMÉNEZ continua incomodada por problemas de saúde, pelo que persistimos desejando-lhe pronto restabelecimento.

Hilário pareceu-nos particularmente severo – o que em si não é negativo – mas também algo incoerente, sobretudo ao separar de um só ponto as actuações de Laura Maria e de Paco Quintana.

Pive marcou uma vez mais a sua recusa insubmissa do politicamente correcto, não se deixando perturbar pelo ambiente contestatário latente.

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Como tínhamos previsto no post relativo à gala 7, Maika GARCIA divorciou-se dos telespectadores ao adoptar uma atitude conflituosa em relação aos seus colegas, que roçou as raias do intolerável. Estamos tanto mais à vontade para o referir, quanto comungámos da confiança que Pive lhe manifestou, pois vemos nela um valor seguro – pelo menos no que respeita às capacidades artísticas.

Terminada a sua participação no concurso, damos as boas vindas à sevilhana Inmaculada PANIAGUA, cujo desempenho foi não só sem falha, mas também de alta qualidade.

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Tiveram actuações de destaque nesta Gala Oitava:

Álvaro LÓPEZ, que nos deu uma versão intimista e pessoal de “La bien pagá” cuja qualidade manifestamente escapou a Pepe GOMEZ e a Maria JIMENEZ.

Mercedes RÍOS, que os telespectadores propulsaram a vencedora da gala, demonstrando o requinte de gosto por uma certa copla erudita tal como “Doña Isabela de Solís”, que Mercedes defendeu muitíssimo bem. Daqui saudamos Mercedes pelo estoicismo com que enfrenta comentários insultuosos, aplaudindo a sua decisão de não se deixar abater por meras vozes infames.

Abraham RUIZ mantém percurso seguro e prudente. Cantou “Cautiva”, e demonstrou ser cada vez mais capaz de se integrar no espírito das letras que lhe cabem.

Sandra ARCO foi excelente interpretando ”Com ruedas de molino”. É possível que a atitude inesperada (e injusta!) dos telespectadores a seu respeito seja reacção à sobrevalorização do seu desempenho pelo júri, que ao pontuá-la tão alto manifestou insensibilidade à avaliação comparativa – e relativa – dos méritos de cada concorrente.

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As melhores presenças da noite foram:

Laura María LARREA
, que cantou “La Remanguillé” com ritmo perfeito e alegria contagiante. Foi manifestamente prejudicada pelas altíssimas expectativas que vem induzindo no júri, podendo mesmo qualificarem-se como verdadeiro castigo os 29 pontos que recebeu. Passeou um belíssimo vestido de Amparo MACIA com a graça flamenca que lhe é peculiar.

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Selene MOLINA – forte, segura, convicta – bordou um “Amor maldito” com deliciosas pinceladas pessoais flamencas.

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Alejandra RODRÍGUEZ, a espantosa Alejandra, que conseguiu transformar um tema banal – “Mira si eres malo conmigo” – em obra de arte musical e cénica, imprimindo-lhe uma riqueza de interpretação quase barroca, mas sempre justa, roçando a perfeição. Vestido de Pilar VERA – também verdadeira obra de arte.

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