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Se Llama Copla 5 – Gala 09 – 12.11.2011

Selina DEL RÍO – “Tientos del remordimiento, de Ochaita, Valerio e Solano. Soberbo vestido de Ana Torres.

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Macarena SOTO – “Barquerito de Lora, de Villafranca, Román e Segovia. Elegantissímo vestido de Maricruz.

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Álvaro DÍAZ – “Tientos del cariño, de Gordillo, Quintero e León Arias

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Jonathan SANTIAGO – “Nardo con bata de cola, de Baldrich e R. Jaén

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Rocío PELÁEZ – “Manolo de mis amores, de Marino e Villena. Vestido de Sonia & Isabelle.

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Cintia MERINO – “Farruca del tran tran, de Córdoba, Sánchez de León e Mostazo. Vestido de Aurora Gaviño.

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Cristina SERRANO – “Dime que me quieres, de León e Quiroga. Distintíssimo vestido de Nelson y Carreras.

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Mari Carmen MOLINA- “Como dos barquitos, de Quintero, León e Quiroga. Belo vestido de Luchi Cabrera.

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Ana Pilar CORRAL – “Celos del río“, de Hermanos Marcos e R. Jaén. Belo vestido de Francisco Tamaral.

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Juan Francisco CURADO – “La rosa e el viento, de León e Quiroga

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Desafios finais

Ana Pilar CORRAL vs María CARMONA – “Maria de la Ó, de Valverde, León e Quiroga

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Rocío PELÁEZ vs Fernando REYNOSO – “Elvira la cantaora, de Quintero, León e Quiroga

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Ana Pilar CORRAL e Rocío PELÁEZ não resistiram aos desafiantes e tiveram as suas últimas actuações no programa.


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Se llama Copla 4 * Gala 05 * 30.10.2010


Gala empolgante e de invulgar qualidade.

Isabel María GENIZ deu-nos uma notável versão de “Mi niño macareno (León e Solano), que o júri temeu valorar objectivamente por se tratar de uma estreante, mas que os telespectadores reconheceram de alta qualidade. Controlou-se perfeitamente, e não só cantou muitissímo bem, como passeou a copla com elegância e mestria.

Estupendamente vestida por Pilar VERA.

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Saudamos a aniversariante Remedios CASTRO, a quem damos os mais sinceros parabéns. Cantou “Farruca del tran tran” (Córdoba, Sánchez de León e Mostazo) com arte e com força, obtendo merecido reconhecimento por parte dos telespectadores. Vestida por Amparo MACÍA.


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Anaraida SÁNCHEZ brilhou com uma sublime interpretação de “Limosna de amores” (Quintero, León e Quiroga) e confirmando a sua natural vocação para atingir a posição de vencedora do concurso. Luziu belíssima e originalíssima criação de Aurora GAVIÑO.


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Álvaro VIZCAÍNO não nos desiludiu com uma magnifica versão de “Vino amargo” (Solano, Cabello e Freire), que pouco ou nada fica a dever às melhores de Alejandra RODRIGUEZ. Notável trabalho dos excelentes Mestres-coreógrafos Cristina GARCIA e Luis CENTENO.

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Inma GARCÍA II proporcionou um notabilissímo momento estreando “Caramelitos de menta” (Ochaíta e Solano), e exibindo as suas excepcionais qualidades de tonadillera.

Inma é arte inata, instintiva, radical. Consegue uma fusão completa com os temas que lhe confiam, e ocupa o cenário de forma absorvente, induzindo nos espectadores o desejo de que as suas actuações não terminem.

Vestido de CAÑAVATE.

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María José AGUILAR esteve bem cantando “Como dos barquitos” (Quintero, León e Quiroga). Elegantemente vestida por Pitusa GASUL.


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Patricia del RÍO – “Tientos del reloj”, de Quintero, León e Quiroga. Belo vestido de Ana MORENO.



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Fran DOBLAS – “La rosa e el viento”, de León e Quiroga.


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Mario FERNÁNDEZ – “Tani”, de Currito e Monreal.


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Verónica ROJAS foi duramente castigada pelos telespectadores, no que parece ter sido uma reacção de repúdio dos seus propósitos impertinentes e desabridos contra Inma GARCIA. Cantou “Antonio Vargas Heredia” (Mostazo, De la Oliva e Merenciano) com a excelência que se lhe conhece. Luziu distintíssimo vestido de Luchi CABRERA.

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Desafio final:

María José AGUILAR e Carolina GARRIDO proporcionaram um dos melhores desafios de Se Llama Copla, demonstrando as qualidades excelentes que a grande musica suscita nos seres humanos. Duas grandes artististas, duas grandes senhoras, cantaram “La Zarzamora” (Quintero, León e Quiroga) e deram uma magistral lição de elegância, garbo e dignidade pessoal.

Olé por ambas!


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Quanto ao jurí:

Sem reparos – pertinência, equilibrio e bom senso animaram a gala.

Foram candidatos ao desafio:

Rocio NAVARRO

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Carolina GARRIDO

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Juan Jesus SERRANO

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Se Llama Copla – 2009/2010 – Gala 25 – 06.03.2010

Convidada: Encarna POLO OLIVA, cantora e atriz sevilhana cujo nome artístico é Encarnita POLO.

As melhores presenças da noite

Laura cantou de forma exímia Dolores la Golondrina”, exibindo todas as qualidades vocais e interpretativas que fazem dela um dos mais sólidos valores que passaram pelo programa. Passeou com grande elegância um belo vestido de Sevillania.

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Alejandra interpretou com ¿Quién tiene la culpa?”, reafirmando o seu estilo inconfundível com grande brilhantismo. O júri e o público deram-lhe mais uma noite de glória. Olé por Alejandra! Elegante vestido de Luchi CABRERA.

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Verónica teve uma grande noite, metendo-se perfeitamente na personagem da Rosa de Peñaflor, cantando Amante de abril y mayo com paixão, força e o grande sentido artístico que Pepe GOMEZ oportunamente sublinhou e Pive justamente premiou com um dez.

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Nazaret , numa interpretação correctíssima de La rosa y el viento”, enriquecida por uma excepcional prestação coreográfica e um belíssimo vestido de Cañavate.

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Tiveram actuações de destaque nesta Gala 25

Sandra, que demonstrou a sua grande versatilidade, adaptando-se perfeitamente ao registo exigido por “Olé catapum”. Excelente desempenho cenográfico, num belo vestido de Manuela BERRO.

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Álvaro, que nos deu uma belíssima interpretação de “Triana, Triana”, particularmente notável pelo cunho individual que lhe imprimiu.

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Paco, cantando “Mis tres puñales”:

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Todos os concorrentes, na interpretação de “Luna de España”.

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Sobre o desafio:

Cantaram, sem se defrontarem, duas artistas excepcionais:

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A saída de Laura retira brilho à parte final do proograma; a saída de Veronica ter-lhe-ia retirado duende…

A dignidade, a elegância e a contenção de ambas são provas cabais da craveira de duas grandes artistas, que também são também duas grandes senhoras.

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Sobre o júri:

Pepe GOMEZ: objectivo, correctíssimo, humano.

Maria JIMÉNEZ viu a sua participação impedida pelas tremendas inundações que afectam a Andaluzia, sendo substituída por Pive AMADOR.

Hilário LOPEZ, tendo que repartir as suas capacidades e disponibilidades temporais com outro concurso, parece-nos menos empenhado, mais superficial, mas geralmente objectivo e correcto. Foi visível o seu sobressalto e o desconforto que lhe provocou a escolha entre Laura e Verónica.

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Pive AMADOR reviveu as primeiras edições na posição de membro do júri, serenidade e coerência.

2M

*** Letras em LETRAS/GALA SLC ***

Se Llama Copla – 2009/2010 – Gala 7 – 31.10.2009

Convidado: Juan Antonio VALDERRAMA CABALLERO, filho de Dolores ABRIL e de Juanito VALDERRAMA, cantador notável e licenciado em jornalismo, recém-chegado do Cairo, em cuja Ópera deu um concerto para 1500 espectadores no passado dia 26 de Outubro. Durante a estadia ministrou um curso magistral para músicos egípcios, sobre o flamenco e as suas origens, no Instituto Cervantes do Cairo, o que constitui não só evidência do seu nível pessoal, mas também do empenho que a Espanha aplica na divulgação da riqueza cultural do Reino, contrastante com a atitude oficial corrente de ambas as Republicas vizinhas.


© Juan Valderrama

Homem de arte e de cultura, as suas intervenções brilharam pela pertinência, pela serenidade e equilíbrio. Contribuiu para mais uma gala excelente!

Pepe GOMEZ esteve atentíssimo, cada vez mais à vontade e integrado na missão que lhe é confiada. Por vezes parece ser vitima (quiçá involuntária) de algum seguidismo de uma presumível FAP – “Frente Anti-Pive”, que esperamos não afecte a sua objectividade e independência.

Maria JIMÉNEZ errática e ausente. Confessou que a voz se lhe embarga quando se emociona, o que é digno de respeito e consideração. Persistimos desejando-lhe pronto restabelecimento.

Hilário estava em plena forma, e – tanto quanto pudemos deduzir das declarações que fez em off – “buscando pelea” com Pive. Passam-se obviamente coisas nos bastidores que explicam toda esta agitação, e só desejamos que não afectem [demasiado] os concorrentes.

Pive defendeu com brio a sua perspectiva principalmente artística e estética do programa, em oposição à investida dos stakanovistas da copla.

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Tiveram actuações de destaque nesta Gala Sétima:

Mercedes RÍOS defendeu – e muito bem! – “Los piconeros”. Copla por bulerías, cheia de história, escrita para Império ARGENTINA, tem versões magnificas cantadas por Concha PIQUER, Rocío JURADO, Amália RODRIGUES, e – em alemão! – pela cantora original e por Penélope CRUZ. Mercedes assumiu decididamente o recuo e a serenidade que a sua estatura pessoal e intelectual justificam. Não se deixou arrastar para polémicas baratas e inconsequentes, e assumiu com estoicismo imperturbável o rigor do júri. Daqui a saudamos com toda a admiração!

Sandra ARCO manteve o seu excelente nível interpretando ”Como dos barquitos”.

Gostámos da interpretação de “Señora vecina” por Marka GARCÍA, mas fomos desagradavelmente surpreendidos pela polémica em que se envolveu investindo-se em análises comparativas das pontuações dos outros concorrentes em relação às suas. Maika parece não ter compreendido que em Se Llama Copla é exclusivamente o júri quem pontua, e o público quem procede à ponderação comparativa. Foi algo deselegante, e não será de estranhar que nas próximas galas a deselegância lhe venha a ser cobrada pelos telespectadores.

Manolo de mis amores” foi fatal para María Jesús DURÁN, que terminou a sua participação no concurso com grande dignidade. Desejamos-lhe saúde e serenidade, tal como desejamos uma brilahnte presença ao seu sucessor, Francisco José QUINTANA.

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As melhores presenças da noite foram:

Laura María LARREA
, que cantou “Cuna cañí” com a força da sua excelente voz (porventura algo estridente) e técnica perfeita. É contudo lamentável que se envolva [ela também…] em polémicas estéreis e deselegantes.

Selene MOLINA esteve magistral e arrebatadora pedindo “Limosna de amores” ao som da magnifica orquestra, num vestido precioso de Aurora GAVIÑO. Imperturbável, serena, atenta. Além de artista nata de altíssima craveira, é uma das personagens humanamente mais ricas e originais de Se Llama Copla.

© CanalSur

Alejandra RODRÍGUEZ, com “El Emigrante“, foi indubitavelmente a rainha da noite – não só pela pontuação, mas sobretudo pelo duende magistral, pelo quejío finíssimo, pela emoção imensa que transmitiu a milhões de telespectadores, a quem deixou sem palavras.

© CanalSur

Foi vestida com gosto, elegância e requinte notáveis por Luchi CABRERA.

2M

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