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Se Llama Copla 5 – Gala 07 – 29.10.2011

Selina DEL RÍO – “La rosa del Altozano, de León e Pavón. Esplêndido vestido de Aurora Gaviño.

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Jonatan SANTIAGO – “Tus cinco toritos negros, de Benítez Carrasco e Solano

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Cristina SERRANO – “Que me perdone Dios, de Molina Molés e Gordillo. Belissímo vestido de Nelson e Carreras.

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Mari Carmen MOLINA – “Romance de valentía, de Quintero, León e Quiroga. Vestida por Ismael Domínguez.

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Álvaro DÍAZ – “La Salvaora, de Quintero, León e Quiroga

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Macarena SOTO – “Quiéreme que tengo tela, de León e Solano. Vestido de Pepe Fernández e Sevillania.

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Cintia MERINO – “La gente, de León, Molina Molés e Quiroga. Vestida por Amparo Macía.

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Rocío PELÁEZ – “Carmen de España, de Quintero, León e Quiroga. Vestida por Sonia e Isabelle.

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Juan Francisco CURADO – “Cantiña, de Quintero, León e Quiroga

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Ana Pilar CORRAL – “Los piconeros, de Perelló e Mostazo. Vestida por Cañavate.

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Desafio para a a imunidade:

Álvaro DÍAZ vs Jonathan SANTIAGO – “Ni se compra ni se vende, de Monreal.

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Desafio final:

Macarena SOTO vs Óscar CALDERÓN – “Capote de grana y oro, de Quintero, León e Quiroga

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Magnifica interpretação de Macarena SOTO, que mereceu plenamente a sua permanência no concurso!

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Se Llama Copla – 2009/2010 – Gala 7 – 31.10.2009

Convidado: Juan Antonio VALDERRAMA CABALLERO, filho de Dolores ABRIL e de Juanito VALDERRAMA, cantador notável e licenciado em jornalismo, recém-chegado do Cairo, em cuja Ópera deu um concerto para 1500 espectadores no passado dia 26 de Outubro. Durante a estadia ministrou um curso magistral para músicos egípcios, sobre o flamenco e as suas origens, no Instituto Cervantes do Cairo, o que constitui não só evidência do seu nível pessoal, mas também do empenho que a Espanha aplica na divulgação da riqueza cultural do Reino, contrastante com a atitude oficial corrente de ambas as Republicas vizinhas.


© Juan Valderrama

Homem de arte e de cultura, as suas intervenções brilharam pela pertinência, pela serenidade e equilíbrio. Contribuiu para mais uma gala excelente!

Pepe GOMEZ esteve atentíssimo, cada vez mais à vontade e integrado na missão que lhe é confiada. Por vezes parece ser vitima (quiçá involuntária) de algum seguidismo de uma presumível FAP – “Frente Anti-Pive”, que esperamos não afecte a sua objectividade e independência.

Maria JIMÉNEZ errática e ausente. Confessou que a voz se lhe embarga quando se emociona, o que é digno de respeito e consideração. Persistimos desejando-lhe pronto restabelecimento.

Hilário estava em plena forma, e – tanto quanto pudemos deduzir das declarações que fez em off – “buscando pelea” com Pive. Passam-se obviamente coisas nos bastidores que explicam toda esta agitação, e só desejamos que não afectem [demasiado] os concorrentes.

Pive defendeu com brio a sua perspectiva principalmente artística e estética do programa, em oposição à investida dos stakanovistas da copla.

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Tiveram actuações de destaque nesta Gala Sétima:

Mercedes RÍOS defendeu – e muito bem! – “Los piconeros”. Copla por bulerías, cheia de história, escrita para Império ARGENTINA, tem versões magnificas cantadas por Concha PIQUER, Rocío JURADO, Amália RODRIGUES, e – em alemão! – pela cantora original e por Penélope CRUZ. Mercedes assumiu decididamente o recuo e a serenidade que a sua estatura pessoal e intelectual justificam. Não se deixou arrastar para polémicas baratas e inconsequentes, e assumiu com estoicismo imperturbável o rigor do júri. Daqui a saudamos com toda a admiração!

Sandra ARCO manteve o seu excelente nível interpretando ”Como dos barquitos”.

Gostámos da interpretação de “Señora vecina” por Marka GARCÍA, mas fomos desagradavelmente surpreendidos pela polémica em que se envolveu investindo-se em análises comparativas das pontuações dos outros concorrentes em relação às suas. Maika parece não ter compreendido que em Se Llama Copla é exclusivamente o júri quem pontua, e o público quem procede à ponderação comparativa. Foi algo deselegante, e não será de estranhar que nas próximas galas a deselegância lhe venha a ser cobrada pelos telespectadores.

Manolo de mis amores” foi fatal para María Jesús DURÁN, que terminou a sua participação no concurso com grande dignidade. Desejamos-lhe saúde e serenidade, tal como desejamos uma brilahnte presença ao seu sucessor, Francisco José QUINTANA.

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As melhores presenças da noite foram:

Laura María LARREA
, que cantou “Cuna cañí” com a força da sua excelente voz (porventura algo estridente) e técnica perfeita. É contudo lamentável que se envolva [ela também…] em polémicas estéreis e deselegantes.

Selene MOLINA esteve magistral e arrebatadora pedindo “Limosna de amores” ao som da magnifica orquestra, num vestido precioso de Aurora GAVIÑO. Imperturbável, serena, atenta. Além de artista nata de altíssima craveira, é uma das personagens humanamente mais ricas e originais de Se Llama Copla.

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Alejandra RODRÍGUEZ, com “El Emigrante“, foi indubitavelmente a rainha da noite – não só pela pontuação, mas sobretudo pelo duende magistral, pelo quejío finíssimo, pela emoção imensa que transmitiu a milhões de telespectadores, a quem deixou sem palavras.

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Foi vestida com gosto, elegância e requinte notáveis por Luchi CABRERA.

2M

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