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Se Llama Copla 4 – Gala 18 – 29.01.2011

Gala magistralmente aberta por Maria Jose AGUILAR interpretando “En el ultimo minuto“. Proporcionou momentos artisticamente sublimes, transmitiu com grande dignidade emoção e sentimento.

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Patricia DEL RÍOEn las cruces de mi rejade Quintero e Mostazo. Vestido de Manuela GONZÁLEZ.

 
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Remedios CASTROTengo un te quiero de A. Cintas. Passeou com grande elegância o mais belo vestido da gala, criação de Manuela BERRO.
 

 
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Verónica ROJASEl emigrantede Valderrama, Pitto e Serrapi. Belo vestido de Amparo MACIÁ.

 
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Anaraida SÁNCHEZSe nos rompió el amor de M. Alejandro, A. Magdalena. Elegante vestido de Aurora GAVIÑO.
 

 
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Isabel GENIZAl alimónde León e Solano. Luziu belissímo vestido de Cristo BÁÑEZ.

  

 
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Álvaro VIZCAÍNOLa Sebastianade Quintero, León e Quiroga
 

 
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Mila BALSERALa sombra vendode Llabrés, Molés e Gordillo. Vestido de Luchi CABRERA.

  


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Álvaro HERNÁNDEZLa luna y el torode Cintas e Castellano


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Juanma JEREZEl macetero de Castillejo, Del Cid e Legaza


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Juan SERRANO La niña de Puerta Oscurade Quintero, León e Quiroga


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DESAFIO

Fran DOBLAS


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Remedios CASTRO


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Foi com mágoa que assistimos ao abandono de Remedios CASTRO, em quem reconhecemos a profundidade e o relevo dos grandes artistas.

Fran DOBLAS é interprete excelente, com qualidades vocais invulgares. Mas, ao contrário de Remedios, a falta de experiência – principalmente de vida – ainda não lhe permite apropriar-se dos temas que canta.

Auguramos à excelente cordobesa uma carreira plena de êxitos, pois estamos certos de que a sua incursão no mundo da copla não terminou aqui.

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Se Llama Copla 4 – Gala 17 – 22.01.2011

Verónica ROJAS proporcionou alguns dos momentos mais altos de todas as edições de Se Llama Copla. A sua interpretação de Tatuaje (Valerio, León e Quiroga) ficará nos anais do concurso. Vestida por Aurora GAVIÑO.


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Anaraida SÁNCHEZ teve também uma grande, grande noite, executando Dime que me quieres (León e Quiroga) com perfeição técnica e sentimento impressionantes. Luziu belo vestido de Matilde CANO.


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Isabel GENIZ cantou bem La luna me engañó (Murillo, Gutiérrez e Fandiño), demonstrando a sua maturidade artística ao recuperar instantaneamente da queda com que iniciou a sua actuação. Belo vestido de Luchi CABRERA.


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Remedios CASTRO – “Campanero jerezano (Tenorio, San Julián, Freire): força, quejío, e virtuosidade coreográfica. Apesar de algumas falhas, foi uma grande interpretação, uma das melhores de Remedios.
Vestida por Pilar VERA.


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Álvaro VIZCAÍNO arriscou com uma copla pouco conhecida – La luz de tus ojos grises (Gallardo e Sánchez Ortega). Executou com o rigor e a perfeição que lhe são próprios.


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Apesar dos meritíssimos esforços que desenvolve, Patricia DEL RÍO continua a ser injustamente ignorada pelo público, por razões certamente ligadas ao sistema de votação. Cantou Bulerías de Antonio Torres de Quintero, León e Quiroga com segurança, rigor técnico, e muita, muita arte. Vestida por Manuela BERRO.


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Juanma JEREZ é outra das vitimas do sistema de votação (linhas abertas em permanência), que dissolve a valoração das actuações em palco confundindo-as com as que são atribuídas durante a semana ao magnetismo pessoal dos candidatos. Cantou muito bem Los cuatro candilesde Quintero e Gordillo.


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Não sendo das mais coloridas interpretações de Compuesta y sin novio (Valverde, León e Quiroga) das que já passaram pelo concurso, a de Mila BALSERA foi bastante convincente, pela desenvoltura e execução coreográfica. Vestida por Manuela GONZALEZ.


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Como sublinhou Hilário LÓPEZ com a sua proverbial pertinência, Juan SERRANO cultiva com mestria um estilo clássico que agrada sobremaneira a uma parte significativa dos telespectadores. Cantou Adiós a España (Perelló e Montorio) com segurança e perfeição técnica, ainda que com algum deficit de sentimento.


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Pelo seu estilo atípico e invulgar, Álvaro HERNÁNDEZ é o outsider desta edição do concurso. Interpretou com mestria Niña Caracola, de Kola e Castellano.


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Desafio final:

Defrontaram-se Mila BALSERA e Rocío NAVARRO cantando Antonio Vargas Heredia, de Mostazo e De la Oliva.

Duas vozes magnificas, que estranhamente se completam. A decisão do júri – porventura das mais dificeis com que se confrontou – garantiu a presença de Mila em mais uma gala do concurso.


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Quanto ao júri:

Pive AMADOR veio a terreno defender um príncipio que deveria fazer parte do regulamento do concurso: as valorações devem tendencialmente reflectir os méritos relativos dos candidatos uns em relação aos outros.

Sublinhou também o caracter condicionante das primeiras pontuações da noite, que devem ser ajustadas de forma a não prejudicarem as seguintes.

Manuel LOMBO teve o seu mau momento ao votar a valoração de Anaraida acompanhada de uma declaração injusta, impertinente e irresponsável. Tendo em conta a alta qualidade do trabalho que vem prestando desde a primeira gala, propomos que o incidente se encerre e seja radicalmente esquecido.

Marta QUINTERO: sem reparos.

Hilario LÓPEZ MILÁN
demonstrou a sua sabedoria, ponderação e veia diplomática na forma como contribuiu para diluir o incidente que opôs Manuel LOMBO e Pive AMADOR. Ao atribuir a nota máxima a Anaraida não só foi pertinente e justo, mas também transmitiu à candidata a mensagem de confiança que a sua belíssima prestação merecia.

Se Llama Copla 4 – Gala 16 – 15.01.2011

Gala em que se manifestou alguma tensão que supomos ter origem no esforço acrescido que a segunda fase do concurso impõe aos concorrentes.

Remedios CASTRO defendeu com brilho e convicçao Ay Torre, Torremolinos de León e Solano. Elegantíssimo vestido de Aurora GAVIÑO.

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Isabel GENIZ interpretou Los peregrinitos, baseada em música popular e poema de Federico GARCIA LORCA, emprestando-lhe a sua imensa graça, sentido cénico e rigor na execução. Isabel distinguiu-se uma vez mais pela objectividade, equilíbrio e contenção de propósitos ao ser interrogada sobre as declarações intoleráveis feitas por Inma GARCIA II fora de cena no final da passada gala. Vestida por CAÑAVATE.

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Verónica ROJAS
esteve perfeita em Tu ropita con la mía (Ochaíta, Valerio e Solano). Confirma a sua excepcional polivalência e a mestria com que se adapta a qualquer registo. Luziu brilhante criação de Pilar VERA.


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Álvaro VIZCAÍNO deu-nos um dos mais belos e intensos momentos de todas as edições de Se Llama Copla, interpretando uma pessoalíssima versão de La niña de fuego (Quintero, León e Quiroga). O cordobez é um dos maiores valores descobertos pelo concurso, e este blog augura-lhe uma grande carreira musical.

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Mila BALSERA bordou Clavá en mi amargura de Llabrés, M. Molés e Gordillo. Vestida por Manuela GONZÁLEZ.

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Anaraida SÁNCHEZ
explorou com impressionante segurança, rigor na execução e sentimento invulgar a grande copla No puedo vivir contigo“, de Quintero, León e Quiroga. Belo vestido de Ana TORRES.

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Patricia DEL RÍO prossegue segura e precisa um notavel percurso. Cantou A ciegas de Quintero, León e Quiroga. Vestido de Miguel REYES.

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Juanma JEREZ interpretou com mestria absoluta Ay Malvalocade Quintero, León e Quiroga.

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Álvaro HERNÁNDEZ: excelente interpretaçao do Romance de la Reina Mercedes“, de Quintero, León e Quiroga.

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Juan SERRANODinero e riquezas de Gallardo, Ortega e Salazar

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Desafio final:

Defrontaram-se Mariló RUIZ e Alvaro HERNANDEZ cantando Falsa monea, de Perelló, Cantabrana e Mostazo.

Mariló RUIZ não ousou aproveitar a sugestão de Anaraida, que lhe deu a possibilidade de enriquecer a sua última presença em Se Llama Copla disputando o desafio com Veronica ROJAS.

A passagem de Alvaro foi fácil e linear.

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Quanto ao júri:

Pive AMADOR: sem reparos.
Manuel LOMBO
: sem reparos.

Marta QUINTERO
: sem reparos.
Hilario LÓPEZ
: sem reparos.

Se Llama Copla 4 – Gala 15 – 08.01.2011

Isabel GENIZ foi, no nosso modesto entender, a grande vencedora da noite, com uma interpretação brilhantíssima de “Elvira la cantaora“, de Quintero, León e Quiroga. Belo vestido de Aurora GAVIÑO.

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Patricia DEL RÍO cantou com suprema graça, desenvoltura e salero “Mira que eres malo conmigo“, de Naranjo e Solano. Belo vestido de Cristo BÁÑEZ.

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Remedios CASTRO interpretou com acerto, mas também com algum temor “La Emperaora“, de Llabrés, Molina Moles e Gordillo. Passeou com a distinção que a caracteriza um elegantíssimo vestido de Luchi CABRERA.

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Anaraida SÁNCHEZ, ainda que afectada fisicamente, conseguiu mesmo assim defender com qualidade “La lumbre de tu cigarro“, de Ochaíta, Valerio e Solano. Vestido de Ángeles VERANO.


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Álvaro VIZCAÍNO interpretou magistralmente “La hija de Don Juan Alba“, de Francisco Infantes e Luis Rivas.


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Verónica ROJAS deu-nos uma versão intimista, plena de subtileza e de doçura, de “La cruz de mayo” (Valverde, Font de Anta). Elegantíssima, num belo vestido de Manuela GONZALEZ.


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Inma GARCÍA II emprestou grande brilho vocal e interpretativo a “No me llames Dolores“, de León e Quiroga. Vestido de Manuela BERRO.


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Mila BALSERA teve a sua merecida noite de glória com “Aquella Carmen“, de León e Solano. Luziu belo vestido de Creaciones MARICRUZ.


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Juanma JEREZ – “Mis tres puñales“, de León e Solano.


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Álvaro HERNÁNDEZ – “Cinco farolas“, de Ochaíta, Valerio e Solano.


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Desafio final:

No primeiro desafio defrontaram-se Isabel GENIZ e Sandra RUIZ cantando “Ay pena penita“, de Quintero, León e Quiroga.

Duas grandes vozes, uma grande interprete. Entendemos que Isabel esteve magnífica, e Sandra clássica. Olé pela decisão do júri!!!


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No segundo desafio defrontaram-se Inma GARCIA II e Juan Jesús SERRANO cantando “La bien pagá” de Quintero, León e Quiroga.

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Inma esteve grande, até imensa. É lamentável que, no seu caso, a sensibilidade tenha faltado ao júri, que privou o concurso de um dos seus maiores valores, optando por um candidato de qualidade, mas que não é portador de quaisquer mais-valias.

Copla es arte mayor saúda a magnífica artista e a excelente pessoa que se reúnem em Inma GARCIA II, a quem auguramos uma fulgurante carreira!

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Quanto ao júri:

Pive AMADOR: apreciámos sobremaneira os votos de confiança em Isabel e em Inma.

Manuel LOMBO esteve bem.

Marta QUINTERO continua afectadissíma pelo síndroma da mudança, que é tanto mais grave quanto se furta a motivar as suas decisões.

Hilario LÓPEZ: em boa forma, tão só prejudicada pela decisão que levou ao abandono de Inma.

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