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Se Llama Copla – 2009/2010 – Gala 19 – 23.01.2010

Gala especial de repesca, que produziu o 11° e último candidato à fase final.

Tivemos o prazer de rever Selene MOLINA, Mª Jesús DURÁN, Carolina BARROSO, Inma PANIAGUA, Mª Ángeles FERNÁNDEZ, Miriam JAÉN, Maika GARCÍA e Abraham RUIZ.

© CanalSur

As melhores presenças da noite:

Selene MOLINA deixou-nos com duas actuações de qualidade e arte inexcedíveis: A tu vera e “Tengo miedo“. Duende, quejio, serenidade (já lhe chamámos “selenidade“…), e uma dignidade imensa, um fairplay impressionantes numa jovem de 16 anos.

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Se de alguma forma o destino de Selene não foi aquele em que este blog teria votado, também o facto de Selene regressar à sua rotina de estudante de arte nos satisfaz plenamente, pois sentimos que será fundamental para que tenha um grande destino na cena musical europeia. OLÉ E ATÉ SEMPRE, CHIQUILLA!

 

Abraham RUIZ cantou “El Maletilla” e teve, no nosso modesto entender, a melhor noite de todas em que participou em Se Llama Copla. Impressionou pelo trabalho meticuloso de afinação e expressão vocal que o caracterizam, premiado merecidamente com o acesso à fase final do programa.

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Foi particularmente agradável rever e ouvir Maria Jesus DURÁN bordando com arte e suma elegância “Clavá en mi amargura“. Artista nata, Maria Jesus foi uma das presenças que emprestou à gala uma enorme mais valia. Luziu um vestido de Pepa CASTRO, um dos mais belos da gala.

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Miriam JAEN deu-nos uma das melhores versões de “La Paula” que já ouvimos em Se Llama Copla. Melhorou nitidamente a prestação cénica, e em termos de interpretação e de voz também são evidentes os enormes progressos que fez.

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Tiveram actuações de destaque nesta Gala 19:

Inmaculada PANIAGUA esteve muito bem cantando “Cuchillito de agonia“. Vestido de Amparo MACIA, belíssimo e digno da sua requintada elegância.

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Carolina BARROSO deliciou-nos com “Échale la red“. Notou-se o esforço enorme – e altamente meritório – que fez nos meses de ausência para tentar ultrapassar as dificuldades que o jurí lhe apontava. Esteve muitíssimo bem!



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Sobre o júri:

Pepe GOMEZ: esteve humano (tanto quanto esta gala exigia), sem nunca deixar de ser analítico e objectivo.

Maria JIMÉNEZ: pareceu-nos ausente, algo desinteressada. Pontuou bem.

Hilário LOPEZ: esteve bem, ainda que por vezes indeciso entre a arte e a tecnica.

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Partilhamos integralmente a decisão de Pive AMADOR, claramente assumida, coerente com a atitude na polémica sobre a arte e o esforço, que há uns meses teve com Maria JIMENEZ.

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2M

Se Llama Copla – 2009/2010 – Gala 3 – 03.10.2009

Convidada:  Diana NAVARRO. Inteligente, pertinente, firme. É sem sombra de dúvida uma das mais grandes figuras vivas da musica espanhola, e a sua presença serena e discreta é apanágio da sua distinção. Deliciou-nos com “Vino Amargo“, e fez-nos lembrar a sublime interpretação do mesmo tema por Alejandra no passado dia 5 de Setembro.

Pepe GOMEZ pareceu-nos por vezes algo desatento (ou ausente?) e por isso incapaz de motivar a sua pontuação. Globalmente equilibrado e correctissimo.

Maria JIMÉNEZ remeteu-se a uma saudável reserva, que além de lhe ficar bem lhe permite maior objectividade na avaliação dos candidatos. Não sabemos se é mudança estável, ou simples reacção a quente a eventuais (e necessárias!) observações por parte de Canal Sur e/ou dos responsáveis pela produção. É também possível que a presença distinta de Diana NAVARRO tenha funcionado como freio poderoso para as suas tiradas desabridas, despropositadas, malcriadas & impertinentes. O certo é que só não esteve muito bem porque omitiu palavras de desculpa (mesmo esparsas e discretas) a Miríam JAÉN, que na Gala 2 tratou de forma inaceitável. Terá uma última oportunidade para as pronunciar na práxima gala, em que a simpática Miríam estará decerto presente para se despedir dos ex-colegas e do público.

Hilário continua bem, e retomou o excelente hábito de bordar a audição com produção poética de sua lavra, sempre oportuna, agradável, e encorajante para os candidatos.

Pive teve uma noite tranquila, e continua a demonstrar as suas qualidades de forma magistral. Confiar “Campanas de Linares” a Alejandra foi escolha mais que judiciosa, foi premiar os telespectadores com um do maiores momentos musicais das três edições de “Se llama Copla“. Olé Pive!

O Reverendo Padre Medina foi relegado a uma presença mais discreta, o que se aplaude.

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Destacaram-se nesta Gala nr. 3 :

Mayka GARCIA, que “Compuesta y sin novio” esteve cheia de graciosidade, segura, perfeitamente sintoniozada com o texto e com a orquestra.

Mercedes RIOS, cantando “Dama de España” superou a inoportuna afonia com garbo, coragem e – como sempre – grande elegância. Mercedes peca quando reage a quente a comentários do Jurí (desta vez de Diana NAVARRO), deixando-se perturbar quando não há razões para tal. Demonstra que a serenidade não se aprende nas universidades.

Selene MOLINA (“Dolores“) esteve muitíssimo bem, e deixou uma vez mais patente a maestria com que integra texto, coreografia e expressão gestual.

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Destacou-se ainda a nova candidata sevilhana María de Jesús DURÁN, que venceu no desafio Miríam JAÉN, pondo fim à sua participação na aventura. É com todo o carinho que lhe damos as boas vindas.

Haverá também que dar grande e merecido destaque aos telespectadores, que sabiamente fizeram de Alejandra a estrela da Gala 3.

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Alejandra RODRIGUEZ (“Campanas de Linares“) e Laura Maria LARREA (“Soy una feria“) foram para nós as melhores presenças da noite.

Alejandra cortou a respiração a um número imenso de telespectadores interpretando “Campanas de Linares“, e confirmou a grande qualidade intrínseca da sua sensibilidade artística e dotes musicais, colocando uma vez mais Hilário no embaraço de não encontrar palavras para qualificar a sua prestação, e dando a Diana NAVARRO a oportunidade para atribuir o primeiro 10 desta edição de Se Llama Copla. Quando Alejandra exerceu a prerrogativa de excluir to desafio uma das condenadas, deu a oportunidade a Carolina BARROSO, e fê-lo com certeza, segurança e grande sentido de equidade.

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Laura Maria LARREA continuou a distinguir-se pela enorme segurança, a vivacidade graciosa, a interpretação sem falhas.

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