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Se Llama Copla 5 – Viernes noche – 13.01.2012

María CARMONA – “Mi amigo, de León e Solano

En conformidad con una decisión de la RTVA notificada por Youtube a los 9 días del mes de enero de 2012, se han suprimido todos los vídeos publicados en este blog desde julio del 2009

Gloria ROMERO – “Déjala correr, de J. Pardo

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Manuel CRIBAÑO – “Senda del viento, de Salazar e Ortega

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Eva Maria HIERRO – “Compañero, de León e Solano

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Oscar CALDERÓN – “Aquella Carmen, de León e Solano

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Ana Pilar CORRAL – “María la Portuguesa, de Carlos Cano

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Gloria ROMERO – “Vamos a dejarnos, de Quintero, León e Quiroga

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Se Llama Copla 5 – Gala 13 – 10.12.2011

Cintia MERINO, Alvaro DIÁZ, Jonathan SANTIAGO, Fernando REINOSO

Villancicos flamencos” – Popular

© CanalSur

Coro – “En tierra estraña, de Penela e Alvarez.

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Cintia MERINO – “Bulerias de Antonio Torres, de Quintero, León e Quiroga. Vestida por Pilar Vera.

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Macarena SOTO – “Amante de abril y mayo, de Quintero, León e Quiroga. Luziu belissímo vestido de Luchi Cabrera.

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Fernando REINOSO

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Jonathan SANTIAGO

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Ana Maria MORALES

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Selina DEL RÍO

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Maria CARMONA

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Raquel ZAPICO

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Alvaro DIÁZ

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Juan Francisco CURADO –

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Desafio:

Fernando REINOSO vs Inés ROBLES – “Ay pena, penita, de Quintero, León e Quiroga

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Desfio de altissímo nível, que marcou o fim da presença de Fernando REINOSO no concurso. A sua dignidade e elegância foram exemplares, enobrecendo-o e enobrecendo a raça calé.

Saúdamos Inés ROBLES, grande voz, excelente presença.

Se Llama Copla 4 – Gala 29 – Final – 16.04.2011

Gala final da 4.a edição

Alejandra RODRIGUEZ abriu musicalmente a pré-gala cantando “Tientos del cariño” (Molina, Gordillo, Quintero e León Arias). Subtil, magistral: domínio perfeito do cenário e dos textos poético e musical! Vestido esplêndido de Eva ZAMORANO.


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Veronica ROJAS deu início à recta final do concurso interpretando “En una esquina cualquiera” de León, Molina Moles e Quiroga. Vestida por Matilde CANO.


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Seguiu-se Alvaro VIZCAÍNO, mesmerizante com a sua pessoalíssima versão de “Limosna de amores” (Quintero, León e Quiroga).


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Anaraida SÁNCHEZ resumiu o seu magnifico percurso no programa interpretando “Te he de querer mientras viva“, de León e Quiroga. Sentimento, quejío, fabuloso sentido estético e interpretativo. Grande Anaraida, grande, grande Anaraida! Luziu belíssimo vestido de CAÑAVATE.


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Concluiu a primeira parte Fran DOBLAS, com uma boa interpretação de “Pastora Imperio” (León e Solano).


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Alejandra RODRIGUEZ introduziu os desafios finais com uma das suas coplas de referência. Cantou “El emigrante” (Valderrama, Pitto e Serrapi), conseguindo inovar e recriar a sua própria versão. Vestida com suprema elegância por MISURA.


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Veronica ROJAS e Alvaro VIZCAÍNO disputaram o primeiro desafio cantando, respectivamente, “Tatuaje” (Valerio, León e Quiroga) e “Mi niña Lola” (Moles, Torres Garzón e Rivas).


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O público decretou o 4.o lugar para Verónica.

Coube em seguida a Anaraida SANCHEZ (vestida por CAÑAVATE) enfrentar-se a Alvaro VIZCAíNO. Desafio de gigantes, cujas vozes e estilos cobrem os mais largos espectros da copla, em que cantaram, respectivamente “Mi amigo“, de León e Solano, e “Romance de Juan Osuna“, de Quintero, León e Quiroga.

O público decretou o 3.o lugar para Alvaro.


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O primeiro lugar foi disputado entre Fran DOBLAS e Anaraida SÁNCHEZ.

Fran cantou “Sevilla” (Alejandro e Beigbeder), e Anaraida deu-nos uma impressionante exibição de canto e desempenho dramático interpretando “La Loba” (León, Molina Moles e Quiroga).

O público decretou o 1.o lugar para Fran DOBLAS.


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Considerações finais

Nível artístico:

No início desta edição notou-se alguma dificuldade na selecção de concorrentes de alto nível. É de sublinhar que os quatro finalistas tenham sido exclusivamente concorrentes da primeira hora.

A organização do concurso revelou grandes fraquezas no que respeita aos dispositivos de arbitragem. Em muitas ocasiões a apreciação do júri foi totalmente neutralizada pela votação do público, noutras ocasiões a perseverança do júri em manter candidatos manifestamente indesejados pelo público introduziu distorções com impacto certo no resultado final.

Candidatos:

Pasaram pelo concurso excelentes candidatos, estrelas potenciais que brilharão no panorama musical espanhol. São de destacar:

Remedios CASTRO, Isabel GENIZ, Patricia DEL RIO, Maria Jose AGUILAR, Rocío NAVARRO.

Produtor:

Pive AMADOR acrescentou mais um êxito rotundo aos anteriores. Brilhou também pelas atitudes francas e transparentes.

Júri:

Globalmente, esteve bem.

Marta QUINTERO foi o elemento mais operante, mais prudente e mais sereno. Nota máxima!

Hilário LOPEZ aliou a serenidade e displicência dos decanos sábios à participação construtiva, que só falhou pontualmente em raras galas.

Manuel LOMBO : começou muitíssimo bem, comportando-se como meteoro em ascendência até ao fim de 2010. A partir daí deixou-se envolver em situações menos claras (p.ex. cantar em espectáculo publico com Veronica ROJAS) e deu azo a polémicas ridículas (incidente da votação telefónica em Mila BALSERA) que desvalorizaram as suas excelentes prestações técnicas. É um grande cantor e foi excelente analista do desempenho técnico e artístico dos concorrentes, sendo em geral justo e equitativo (com excepção marcante na decisão de atribuição de um certo “9” a Anaraida).

Se Llama Copla 4 – Gala 12 – 18.12.2010

Isabel GENIZ teve outra noite de glória comSalero de España (Quintero, León y Quiroga), em que aplicou não só o salero que se impunha mas a graça, a elegância e a naturalidade que fazem dela um dos valores mais seguros desta edição. Esteve objectiva, digna, imperturbável, e pertinente  na decisão de excluir Juanma do desafio. Belíssimo vestido de Amparo MACIÁ.

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Mais uma magistral actuação de Anaraida SÁNCHEZ, que emprestou os seus excepcionais dotes vocais e interpretativos a um grande clássico – Mi amigo de León y Solano. Elegantíssimo vestido de Ana TORRES.

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Remedios CASTRO cantou e actuouYo soy… esa” (Quintero, León y Quiroga) com excepcional elegância, retenção e fulgor artístico. Vestido – o mais belo da gala – de Luchi CABRERA.

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Belíssima interpretação deQué bonita es mi niña (F.García del Val) por Álvaro VIZCAÍNO, que cada vez mais demonstra ser capaz de emprestar aos temas que lhe confiam originalidade e criatividade.

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Inma GARCÍA II enfrentou-se nesta gala a um registo menos adaptado ao seu estilo pessoal. No nosso modesto entender provou a solidez das suas capacidades, cantando Separaos” (I. Román y R. Jaén) com impressionante ajuste e perfeição técnica. Vestido de Pilar VERA.

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Verónica ROJAS cantouYo no me quiero enterar de Quintero, León y Quiroga, com brilho e sensibilidade. Por muito que a actuação na Catedral de Sevilha ao lado de Manuel LOMBO possa ter sido bálsamo para o tormento da desafeição relativa dos telespectadores em relação à sua pessoa e à sua arte, pareceu-nos que não lhe aproveitou, pelo grave conflito de interesses que constitui. Vestido de Ana TORRES.

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Patricia DEL RÍO cresce e adquire admirável segurança. Interpretou Manolito Clavel (Quintero, León y Quiroga). Vestido de Manuela BERRO.

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Mila BALSERA vendeu com segurança e mestria a Vendedora de coplas (Ignacio Román). Vestido de Aurora GAVIÑO.

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Juanma JEREZLa remanguillé (León, Clavero, Quiroga y Vargas). Domínio da voz e integração com a orquestra excelentes.

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Álvaro HERNÁNDEZDolores la Golondrina (Quintero, León y Quiroga). Estilo pessoal muito cuidado, afinação perfeita, expressão musical original.

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Desafio final:

Defrontaram-se se Remedios CASTRO e Lidia HERNÁNDEZ cantando A tu vera, de León e Solano. Duas grandes vozes, duas grandes interpretes. Pessoalmente, entendemos que a admirável sensibilidade, o intimismo e a pessoalissíma versão de Remedios lhe valeram justamente a decisão do júri.

 

© CanalSur

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Quanto ao júri:

Pive AMADOR: sem reparos, e com louvores à “finesse” sibilina com que tentou salvar Remedios das intenções do júri.

Manuel LOMBO esteve bem, nomeadamente na intervenção incidental à pontuação de Isabel GENIZ, pondo em evidência a frontalidade da concorrente. Ao convidar Veronica ROJAS para partilhar com ele (artisticamente…!) o altar-mór da Catedral de Sevilha fragilizou a sua independência, que corre o risco de poder vir a ser sériamente posta em causa até ao fim da edição.

Marta QUINTERO parece-nos afectada pelo síndroma da mudança, evidenciado na passada gala ao condenar Fran DOBLAS, e nesta ao condenar Remedios CASTRO. No restante, geralmente pertinente e equilibrada, com alguns excessos de rigor (v.g. Isabel e Remedios).

Hilario LÓPEZ: sem reparos, e com louvores à inesgotável e pertinente veia poética.

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