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Se Llama Copla 5 – Gala 07 – 29.10.2011

Selina DEL RÍO – “La rosa del Altozano, de León e Pavón. Esplêndido vestido de Aurora Gaviño.

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Jonatan SANTIAGO – “Tus cinco toritos negros, de Benítez Carrasco e Solano

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Cristina SERRANO – “Que me perdone Dios, de Molina Molés e Gordillo. Belissímo vestido de Nelson e Carreras.

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Mari Carmen MOLINA – “Romance de valentía, de Quintero, León e Quiroga. Vestida por Ismael Domínguez.

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Álvaro DÍAZ – “La Salvaora, de Quintero, León e Quiroga

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Macarena SOTO – “Quiéreme que tengo tela, de León e Solano. Vestido de Pepe Fernández e Sevillania.

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Cintia MERINO – “La gente, de León, Molina Molés e Quiroga. Vestida por Amparo Macía.

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Rocío PELÁEZ – “Carmen de España, de Quintero, León e Quiroga. Vestida por Sonia e Isabelle.

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Juan Francisco CURADO – “Cantiña, de Quintero, León e Quiroga

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Ana Pilar CORRAL – “Los piconeros, de Perelló e Mostazo. Vestida por Cañavate.

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Desafio para a a imunidade:

Álvaro DÍAZ vs Jonathan SANTIAGO – “Ni se compra ni se vende, de Monreal.

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Desafio final:

Macarena SOTO vs Óscar CALDERÓN – “Capote de grana y oro, de Quintero, León e Quiroga

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Magnifica interpretação de Macarena SOTO, que mereceu plenamente a sua permanência no concurso!

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Se Llama Copla – 2009/2010 – Gala 8 – 7.11.2009

Convidada: Tamara. Sevilhana, filha de mãe cigana (que foi notável bailaora!) e neta do grande Rafael FARINA. Com 15 anos gravou o seu primeiro álbum intitulado “Gracias“. Em seguida, gravou em Miami uma compilação de boleros intitulada “Siempre“, que obteve sólidos aplausos da crítica e o apoio do público. Esteve muitíssimo bem: prudente, construtiva, encorajante.

Pepe GOMEZ avaliou e motivou as pontuações com equilíbrio, mantendo-se algo “económico”. Aprovámos e apreciámos o 8 que deu a Juan Carlos, mas entendemos injustificadamente curto o 9 que deu a Alejandra.

Maria JIMÉNEZ continua incomodada por problemas de saúde, pelo que persistimos desejando-lhe pronto restabelecimento.

Hilário pareceu-nos particularmente severo – o que em si não é negativo – mas também algo incoerente, sobretudo ao separar de um só ponto as actuações de Laura Maria e de Paco Quintana.

Pive marcou uma vez mais a sua recusa insubmissa do politicamente correcto, não se deixando perturbar pelo ambiente contestatário latente.

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Como tínhamos previsto no post relativo à gala 7, Maika GARCIA divorciou-se dos telespectadores ao adoptar uma atitude conflituosa em relação aos seus colegas, que roçou as raias do intolerável. Estamos tanto mais à vontade para o referir, quanto comungámos da confiança que Pive lhe manifestou, pois vemos nela um valor seguro – pelo menos no que respeita às capacidades artísticas.

Terminada a sua participação no concurso, damos as boas vindas à sevilhana Inmaculada PANIAGUA, cujo desempenho foi não só sem falha, mas também de alta qualidade.

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Tiveram actuações de destaque nesta Gala Oitava:

Álvaro LÓPEZ, que nos deu uma versão intimista e pessoal de “La bien pagá” cuja qualidade manifestamente escapou a Pepe GOMEZ e a Maria JIMENEZ.

Mercedes RÍOS, que os telespectadores propulsaram a vencedora da gala, demonstrando o requinte de gosto por uma certa copla erudita tal como “Doña Isabela de Solís”, que Mercedes defendeu muitíssimo bem. Daqui saudamos Mercedes pelo estoicismo com que enfrenta comentários insultuosos, aplaudindo a sua decisão de não se deixar abater por meras vozes infames.

Abraham RUIZ mantém percurso seguro e prudente. Cantou “Cautiva”, e demonstrou ser cada vez mais capaz de se integrar no espírito das letras que lhe cabem.

Sandra ARCO foi excelente interpretando ”Com ruedas de molino”. É possível que a atitude inesperada (e injusta!) dos telespectadores a seu respeito seja reacção à sobrevalorização do seu desempenho pelo júri, que ao pontuá-la tão alto manifestou insensibilidade à avaliação comparativa – e relativa – dos méritos de cada concorrente.

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As melhores presenças da noite foram:

Laura María LARREA
, que cantou “La Remanguillé” com ritmo perfeito e alegria contagiante. Foi manifestamente prejudicada pelas altíssimas expectativas que vem induzindo no júri, podendo mesmo qualificarem-se como verdadeiro castigo os 29 pontos que recebeu. Passeou um belíssimo vestido de Amparo MACIA com a graça flamenca que lhe é peculiar.

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Selene MOLINA – forte, segura, convicta – bordou um “Amor maldito” com deliciosas pinceladas pessoais flamencas.

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Alejandra RODRÍGUEZ, a espantosa Alejandra, que conseguiu transformar um tema banal – “Mira si eres malo conmigo” – em obra de arte musical e cénica, imprimindo-lhe uma riqueza de interpretação quase barroca, mas sempre justa, roçando a perfeição. Vestido de Pilar VERA – também verdadeira obra de arte.

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