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Se Llama Copla 5 – Gala 01 – 17.09.2011

Selina DEL RÍO – Niña caracola, de Kola e Castellano. Vestida por Sonia Peña.

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Álvaro DIÁZ – Señorita, de León e Solano.

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Cintia MERINO – Cariá la sanluqueña, de Ochaita, Valerio e Solano Vestida por Luchi Cabrera.

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Juan Antonio GONZÁLEZ – Que bonita es mi niña, de F. Garcia del Val.

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Jonathan SANTIAGO – En la feria de Graná, de Cesar Oliván.

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Rocío PELÁEZ – Mi niño macareno, de León e Solano. Vestida por Mari Carmen Montañez.

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Mari Carmen MOLINA – La rosa de Capuchinos, de Quintero, León e Solano. Vestida por Pilar Vera.

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Juan Francisco CURADO – Cautiva, de León, Molina Moles e Quiroga.

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Ana Pilar CORRAL – El beso, de Ortega e Moraleda. Vestida por Misura.

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Jessica LÓPEZ – La Zarzamora, de Quintero, León e Solano. Vestida por Aurora Gaviño.

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Reto

Jessica LÓPEZ vs Macarena GIRÁLDEZTriniá, de Valverde, León e Quiroga.

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Jessica não resistiu à experiência de Macarena, que a substitui no elenco de concorrentes.

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Júrí

Saúda-se a cooptação da excelente Alba MOLINA, que se mostrou madura, objectiva, positiva e encorajadora.

Conhecemos o compositor e interprete cordovês Felipe CONDE, que nos pareceu prudente, rigoroso, talvez algo hierático.

Pive AMADOR e Hilário LÓPEZ contribuem com a sua imensa experiência à  coerência artistica e temporal do concurso.

Teríamos gostado que Inmaculada JABATO integrasse o Júri, que ganharia em passar de quatro para cinco membros.

Se Llama Copla 4 – Gala 23 – 05.03.2011

Parece-nos demonstrado que a abertura da votação fora das galas tem efeitos perversos e gravosos, uma vez que o seu peso na nota final de cada concorrente em cada gala nem sequer é moderado por uma ponderação judiciosa.

Atribuir 50% a uma votação telefónica que dura no mínimo uma semana (no caso desta gala… 15 dias!) totalmente dissociada das performances dos candidatos, falseia a verdade objectiva e é quase injurioso para o Júri, pois devemos ter em conta que o publico tem pouca memória, vota principalmente por impulso fora do tempo real, e que o peso das votações em tempo real na percentagem total é pouco mais que insignificante.

Compreendemos que as necessidades de financiamento da produção de um concurso tão importante como “Se Llama Copla” (sobretudo em tempo de dramáticas restrições orçamentais publicas) obriguem os responsáveis pela gestão de meios a recorrerem a todos os métodos de optimização das receitas. Mas também entendemos que o magnifico trabalho dos candidatos e do Júri não deve ser ofuscado nem minimizado, para bem da Copla, para bem da Andaluzia.

Dixit…

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No nosso modesto entender, Patricia DEL RÍO foi a grande – e dupla – vencedora da noite. Cantou Me da miedo de la luna, de León y Quiroga, aliando perfeição técnica à transmissão impressionante do sentido profundo de uma copla que era difícil por ser de algum modo elíptica, mas também quase desconhecida. Vestido – belíssimo – de MAREV.


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Álvaro VIZCAÍNO engrandeceu-se interpretando A tu vera, de León y Solano. Pareceu-nos algo prejudicado na pontuação pela sua vincada originalidade, pelo selo inconfundível com que marca as suas actuações.


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Isabel GENIZ – “Como bandás de palomas, de Cintas y Castellanos. A postura distintíssima de Isabel – que se manifesta de forma recorrente nos seus propósitos e na sua forma de estar – associada à sua espantosa resiliência, fazem dela a maior descoberta desta edição. Luziu belo vestido de Cristo BAÑEZ.


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Anaraida SÁNCHEZ cantou La soberana, de Quintero, León y Quiroga, proporcionando alguns dos mais fascinantes minutos de toda a gala. Luziu o mais belo vestido da noite, criação de Ana TORRES.


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As excepcionais capacidades interpretativas de Verónica ROJAS aproveitaram ao belíssimo Poema de mi soledad, de León y Solano. Elegantemente vestida por Pablo LANZAROTE. Proporcionou pedagógica intervenção de Pive AMADOR re


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Mila BALSERA – “Cariño ciego, de Quintero, León y Quiroga. Vestida por Manuela GONZÁLEZ.


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Fran DOBLAS – “Te quiero y quiero, de Ochaíta y Solano


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Apesar das qualidades que evidencia, Álvaro HERNÁNDEZ não conseguiu alcançar a intensidade e quejío de Gloria ROMERO interpretando El día que nací yo, de Quintero, Guillén y Mostazo.


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A Juanma JEREZ coube cantar Niña Caracola, de Román, Quesada, Cervero y Carbó. O percurso de Juanma no mundo da musica será sólido, longo e cheio de sucessos.


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Juan SERRANO – “El maletilla, de Ochaita, Valerio y Solano


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*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*Desafio de altíssimo nível, em que se defrontaram Patricia DEL RÍO e Juanma JEREZ cantandoTriniá“. Venceu Patricia, não só pela interpretação exímia mas também pela especial credibilidade que lhe imprimiu. Olé por Patricia!


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Desafio final:


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: Pertinente, sem pruridos de correcção politica, radicalmente empenhado em garantir o mais alto nível artístico ao concurso.

Quanto ao júri:

Pive AMADOR

Manuel LOMBO : Pedagógico, objectivo, correctíssimo.

Marta QUINTERO
: Sensível, perspicaz, justa e encorajadora.

Hilario LÓPEZ MILÁN
: Alma da copla, veia poética, pertinência na avaliação.

 

Se Llama Copla 4 – Gala 17 – 22.01.2011

Verónica ROJAS proporcionou alguns dos momentos mais altos de todas as edições de Se Llama Copla. A sua interpretação de Tatuaje (Valerio, León e Quiroga) ficará nos anais do concurso. Vestida por Aurora GAVIÑO.


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Anaraida SÁNCHEZ teve também uma grande, grande noite, executando Dime que me quieres (León e Quiroga) com perfeição técnica e sentimento impressionantes. Luziu belo vestido de Matilde CANO.


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Isabel GENIZ cantou bem La luna me engañó (Murillo, Gutiérrez e Fandiño), demonstrando a sua maturidade artística ao recuperar instantaneamente da queda com que iniciou a sua actuação. Belo vestido de Luchi CABRERA.


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Remedios CASTRO – “Campanero jerezano (Tenorio, San Julián, Freire): força, quejío, e virtuosidade coreográfica. Apesar de algumas falhas, foi uma grande interpretação, uma das melhores de Remedios.
Vestida por Pilar VERA.


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Álvaro VIZCAÍNO arriscou com uma copla pouco conhecida – La luz de tus ojos grises (Gallardo e Sánchez Ortega). Executou com o rigor e a perfeição que lhe são próprios.


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Apesar dos meritíssimos esforços que desenvolve, Patricia DEL RÍO continua a ser injustamente ignorada pelo público, por razões certamente ligadas ao sistema de votação. Cantou Bulerías de Antonio Torres de Quintero, León e Quiroga com segurança, rigor técnico, e muita, muita arte. Vestida por Manuela BERRO.


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Juanma JEREZ é outra das vitimas do sistema de votação (linhas abertas em permanência), que dissolve a valoração das actuações em palco confundindo-as com as que são atribuídas durante a semana ao magnetismo pessoal dos candidatos. Cantou muito bem Los cuatro candilesde Quintero e Gordillo.


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Não sendo das mais coloridas interpretações de Compuesta y sin novio (Valverde, León e Quiroga) das que já passaram pelo concurso, a de Mila BALSERA foi bastante convincente, pela desenvoltura e execução coreográfica. Vestida por Manuela GONZALEZ.


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Como sublinhou Hilário LÓPEZ com a sua proverbial pertinência, Juan SERRANO cultiva com mestria um estilo clássico que agrada sobremaneira a uma parte significativa dos telespectadores. Cantou Adiós a España (Perelló e Montorio) com segurança e perfeição técnica, ainda que com algum deficit de sentimento.


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Pelo seu estilo atípico e invulgar, Álvaro HERNÁNDEZ é o outsider desta edição do concurso. Interpretou com mestria Niña Caracola, de Kola e Castellano.


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Desafio final:

Defrontaram-se Mila BALSERA e Rocío NAVARRO cantando Antonio Vargas Heredia, de Mostazo e De la Oliva.

Duas vozes magnificas, que estranhamente se completam. A decisão do júri – porventura das mais dificeis com que se confrontou – garantiu a presença de Mila em mais uma gala do concurso.


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Quanto ao júri:

Pive AMADOR veio a terreno defender um príncipio que deveria fazer parte do regulamento do concurso: as valorações devem tendencialmente reflectir os méritos relativos dos candidatos uns em relação aos outros.

Sublinhou também o caracter condicionante das primeiras pontuações da noite, que devem ser ajustadas de forma a não prejudicarem as seguintes.

Manuel LOMBO teve o seu mau momento ao votar a valoração de Anaraida acompanhada de uma declaração injusta, impertinente e irresponsável. Tendo em conta a alta qualidade do trabalho que vem prestando desde a primeira gala, propomos que o incidente se encerre e seja radicalmente esquecido.

Marta QUINTERO: sem reparos.

Hilario LÓPEZ MILÁN
demonstrou a sua sabedoria, ponderação e veia diplomática na forma como contribuiu para diluir o incidente que opôs Manuel LOMBO e Pive AMADOR. Ao atribuir a nota máxima a Anaraida não só foi pertinente e justo, mas também transmitiu à candidata a mensagem de confiança que a sua belíssima prestação merecia.

Se Llama Copla – 2009/2010 – Gala 20 – 30.01.2010

Primeira gala “fatal”, principio da subida lenta, mas inexorável, até à final.

Convidado: Pansequito, aka José Cortés Jiménez, Cantaor, marido da grande Cantaora sevilhana Aurora Vargas. Nascido em La Línea de la Concepción, cresceu em Puerto de Santa Maria. Tinha quinze anos quando Manolo Caracol o ouviu e contratou para trabalhar em Ma drid, nos “Canasteros”, o seu célebre tablao flamenco.  Na mesma época também cantou em várias companhias de baile flamenco, entre elas a de Antonio Gades.

Artista profícuo, a sua carreira nos últimos anos está centrada nos festivais andaluzes em Espanha e no exterior. Das suas gravações mais recentes destaca-se “A mi bahía” (2001) e “Un canto a la libertad” (2009).

Esteve discreto, excepto em dois momentos: quando “castigou” Mercedes alinhando-se pela votação dos outros membros do júri, e quando premiou Juan Carlos… pelas suas raízes gaditanas.

Deu-nos uma versão algo atípica de “La Salvaora”, quiçá condicionada pela decisão radical de não se inspirar nas versões do [seu] Mestre Caracol.

As melhores presenças da noite:

Verónica, que com “Tres tres” teve o seu merecidíssimo triunfo. De destacar a sua extraordinária versatilidade artística, bem visível quando se analisam as suas interpretações da copla desta gala e de “La Loba”.

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Alejandra, interpretando “Habla con los ojos” com a sua habitual segurança e mestria. Esteve menos bem quando deixou instalar a polémica estéril relativa às questões “estratégicas”, tão estéril quanto desencadeada por asserção (“… Todo son estrategias…”) de que ela própria é autora.

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Laura, que bordou o “Romance de Zamarrilla” num magnifico vestido de Sevillania.

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Álvaro, pela sua magnifica prestação no desafio que o opôs a Mercedes.

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Tiveram actuações de destaque nesta Gala 20:

 
Sandra ARCO manteve a sua alta qualidade interpretativa, enriquecida pela doçura de que faz prova ao ser capaz de dominar cada vez melhor a voz. Cantou “La cruz de mayo” e luziu um belo vestido de Miguel REYES.


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Raquel PEÑA estreou-se com uma primorosa interpretação de “Calandria, calandria”, peça quase desconhecida do imenso acervo da copla espanhola. Raquel impressionou particularmente pelo controlo vocal e pela segurança da sua presença cénica:

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Sobre o júri:

Pepe GOMEZ esteve bem, e apreciámos sobremaneira o 10 que deu a Verónica.

Maria JIMÉNEZ esteve muitíssimo bem, não só pelo 10 que também deu a Verónica, mas ainda pela acutilância das suas observações sobre a lamentável atitude de Mercedes.

Hilário LOPEZ teve uma das suas melhores noites de gala, em que deu largas à sua excelente (e sempre oportuna!) veia poética.

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Pive AMADOR suportou – pela derradeira vez – a impertinência e deslealdade de Mercedes RÍOS. Manteve-se estoicamente fiel ao sentido do dever profissional que sempre demonstra, fazendo passar a objectividade na apreciação da personagem à frente dos sentimentos que inspira. Apreciámos o seu voto de confiança em Álvaro.

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Por razão de ausência, este post é curto e terá que ser completado conforme as possibilidades de acesso aos recursos informáticos indispensáveis. Aqui deixamos as nossas desculpas a todos os visitantes. Grande OBRIGADO ao canal Youtube de Atanasiass, pelos excelentes videos e a amabilidade em consentir a sua utilização!

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2M

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