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Se Llama Copla 5 – Viernes noche 14 – 16.12.2011

A presença de Álvaro DIÁZ em Viernes noche atentou aos principíos de equidade e de igualdade de tratamento dos candidatos. Ainda que menos grave que a presença em actuações publicas de membros do jurí e de candidatos (como a que na passada edição ocorreu com Manuel LOMBO e Verónica ROJAS), consideramos que o concurso ganharia em preservar-se de situações como esta, e das controvérsias que delas inevitávelmente resultam.

Que fique bem claro: este comentário em nada visa Álvaro DIÁZ, artista excelente e pessoa correctissíma, que por isso mesmo não merecia nem devia ser envolvido em tão desagradável incidente.

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Sandra ARCO abriu a 14.a edição de Viernes noche cantando Procuro olvidarte, de Manuel Alejandro.

Demonstrou estar em forma excelente e manter bem acesa a chama da sua força interpretativa:

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Ana Pilar CORRAL – “Niña Caracola, de Kola e Castellano:

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Manuel CRIBAÑO – “A tu vera, de León e Solano:

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Alvaro DIÁZ – “El emigrante, de Valderrama, Pitto e Serrapi:

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Oscar CALDERÓN – “Separaos, de Román e Jaén

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Sandra ARCO – “Amor maldito, de Bazán e Rabay

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Eva María HIERRO – “No me quieras tanto, de Quintero, León e Quiroga

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Isabel María RÍCO – “Locura de mi querer, de Molés e Gordillo

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Ana Pilar CORRAL vs Isabel María RÍCO – “Antonio Vargas Heredia, de Mostazo, Merenciano e de la Oliva

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O jurí ad hoc decidiu afastar Ana Pilar definitivamente do concurso, enviando Isabel María ao desafio da Gala 14.

Se Llama Copla 4 – Viernes noche – 04.02.2011

Remedios CASTRO abriu o programa com uma avalanche de duende, cantando por tangos “S.O.S.“, belissímos poema e musica de Maite Martin


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Após actuação de Inma GARCÍA II, seguiu-se longa entrevista de Remedios, durante a qual fez prova de grande dominio da arte da contenção perante as camaras e as tentativas repetidas de destabilização do entrevistador:


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Continuou o programa com actuações de Jessica RIZZO que cantou Ojos verdes (Valverde, León e Quiroga)


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e Marisol DELGADO, que cantou “Capote de grana y oro“, de Quintero, León e Quiroga:


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Mercedes RÍOS veio ao programa interpretar “Sus pícaros ojos“, de Francisco Alonso:


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Disputaram a presença no desafio de amanhã Marisol DELGADO e Inma GARCÍA II, que cantaram “No me quieras tanto” de Quintero, León e Quiroga:


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O júri decidiu-se por Inma.

Se llama Copla 4 – Gala 08 – 20.11.2010

Anaraida SÁNCHEZ, que manifestamente ainda não digeriu a sua [aparente] dificuldade em tocar o grande publico, investiu todas as suas qualidades para nos dar uma brillante interpretação de La virgen de la Macarena (Monterde e Calero). Na nossa modesta opinião, foi a estrela da noite. Luziu belissíma criação de Pitusa GASUL.

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Isabel GENIZ prossegue um percurso baseado em persistente trabalho, bom senso, sentido de responsabilidade, culto da perfeição, desenvoltura… e um grande sentido de humor. Cantou e bailou – muito, muito bem! – Carmen de España (Quintero, León e Quiroga). Vestido de Luchi CABRERA.

  


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Inma GARCÍA II foi vitima de um acidente interpretativo que de algum modo afectou a interessante versão de Vámonos pa Cai (Perelló e Mostazo) que tinha preparado.  Foi pontuada com extremo rigor, felizmente atenuado pela objectividade da pontuação publica. Vestido de Ángeles VERANO.


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Enfrentou a situação com la vena y desparpajo que lhe são próprios:

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Foram as excepcionais qualidades interpretativas de Verónica ROJAS que deram valor a uma copla difícil, desconhecida e barroca  – No se va la paloma (Ochaíta, Valerio e Solano). Vestido (original!) de Mame DE LA VEGA.

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Álvaro VIZCAÍNO interpretou Cariá la sanluqueña (Ochaita, Valerio e Solano) com a originalidade e o nível de perfeição técnica que lhe são próprias. Entendemos a pontuação do júri demasiado penalizante em relação às ligeiríssimas falhas que lhe foram apontadas.

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Remedios CASTRO defendeu muito bem Te he de querer mientras viva (León e Quiroga). Continua a demonstrar alguma insegurança em cena, talvez por ainda não ter encontrado o angulo certo que lhe convém apresentar ao publico. Vestido elegantissímo de Loli VERA.

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Patricia DEL RÍOPuerto camaronero (García Padilla e Mostazo). Vestido de Manuela BERRO.


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Rocío NAVARRO“No me quieras tanto” (Quintero, León e Quiroga). Vestido de Ana MORENO.

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Fran DOBLASSeñorita (León e Solano)

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Juanma JEREZCon divisa verde y oro (Quintero, León e Quiroga)

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Desafio final:

 Desafio caótico, integralmente cantado sob o signo do descontrole nervoso das adversárias, vitimas da hipotética maldição de “Ay, Maricruz” (Valverde, León e Quiroga).

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Sendo a vitória de Rocío NAVARRO tecnicamente justa, logo indiscutível, a interpretação de Sandra RUIZ pareceu-nos contudo mais bem conseguida de um ponto de vista exclusivamente estético.

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Quanto ao júri:

Pive AMADOR e Manuel LOMBO tiveram intervenções pertinentes, sem reparo.
Marta QINTERO e Hilario LÓPEZ pareceram-nos ausentes, distraídos. Hilário chegou mesmo a emitir asserções algo recursivas, nomeadamente sobre a adaptação de certas coplas ao sexo dos respectivos interpretes.

Se Llama Copla – 2009/2010 – Gala 28 – Grande Final – 27.03.2010

Convidada: Pilar SÁNCHEZ LUQUE, aka Pastora SOLER. Voz mágica, compositora de mérito, pessoa inteira.

Ante-gala – últimas actuações:

Veronica CARMONA : Vendedora de coplas

Belíssimo vestido de Luchi CABRERA.

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Paco QUINTANA: Antonio Vargas Heredia

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Gala:

Sandra ARCO: Pastora Império

Interpretação magistral, inteira. Coerência perfeita entre canto e coreografia, intensidade dramática de nível excepcional. Vestido de Angeles VERANO.

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Nazaret: Tatuaje

Excelente interpretação. Nazaret conseguiu em muito pouco tempo desprender-se dos outros estilos de música que tem tentado, assumindo a copla decidida e cabalmente. Vestido espectacular de Petro VALVERDE.



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Paco QUINTANA: Me embrujaste

Interpretação correctíssima, na linha de quase todas as que trouxe a Se Llama Copla.

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Alejandra: Torre de arena

Interpretação de diva! Alejandra está destinada a ocupar um grande lugar na cena musical espanhola, se as áleas da vida lho permitirem. Belíssimo vestido de Luchi CABRERA.


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Desafios:

Nazaret COMPAZ cantou “No me quieras tanto”

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contra Sandra ARCO, que cantou “Sevilla”


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Paco QUINTANA cantou “Mi amigo”:

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contra Sandra ARCO, que cantou “La Soberana”:

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Alejandra RODRIGUEZ cantou “Campanas de Linares”:



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contra Sandra ARCO, que cantou “Carcel de oro”:

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A serenidade e carinho com que as duas magnificas cantaoras assistiram à exibiçao uma da outra ficara nos anais do concurso como um dos detalhes mais belos. Na nossa modesta opiniao, foi o desafio mais emocionamente e com maior nivel artistico das três ediçoes de Se Llama Copla.

Como tinhamos evocado na crónica respeitante à semi-final do casting, Alejandra RODRIGUEZ FREIRE ganhou a 3.a ediçao de Se Llama Copla.


PARABENS ALEJANDRA!


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