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Se Llama Copla 5 – Gala 11 – 26.11.2011

Coro – “Lola la Piconera, de Quintero, León e Quiroga:

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Antonio CORTES – “Si no te hubieras ido, de Marco Antonio Solis:

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Álvaro DÍAZ – “La niña de fuego, de Quintero, León e Quiroga

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Cristina SERRANO – “Romance de la otra, de Quintero, León e Quiroga. Magnificamente vestida pelos estilistas Nelson & Carreras.

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Macarena SOTO – “Oliva el pan, panadera, de Ochaíta e Solano. Vestida por Luchi Cabrera.

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Cintia MERINO – “Con los bracitos en cruz, de Molina Moles, Alfonso e Naranjo. Vestida por Loli Vera.

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Jonathan SANTIAGO – “La copla en mi voz, de De Juan e Marvizón

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María CARMONA – “Cuchillito de agonía, de Ochaita, Valerio e Solano. Vestida com grande elegância por Sonia e Isabelle.

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Fernando REYNOSO – “Silencio por un torero, de Quintero, León e Quiroga

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Ana María MORALES – “Solo vivo pá quererte, de Quintero, León e Quiroga. Vestida por Aurora Gaviño.

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Juan Francisco CURADO – “Que guapa eres, de F. García e C. Murillo

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A agora humilde Selina DEL RÍO cantou “La soberana, de Quintero, León e Quiroga. Vestida por Carmen Rodriguez.

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Impressionante mano a mano – Antonio CORTES e Jonathan SANTIAGO – “Mi niña Lola, de Moles, Torres Garzón e Ribas:

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Desafio:

Cristina SERRANO vs Raquel ZAPICO – “Que bonita es mi niña

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O júri decidiu a entrada de Raquel ZAPICO no concurso.

Se Llama Copla fica mais pobre com a partida de Cristina SERRANO, cujo sentido interpretativo e sublime elegância não serão facilmente substituidos.

Daqui saudamos Cristina, e através de Cristina saudamos Córdova!

Se Llama Copla 4 – Gala 06 – 06.11.2010

Gala marcada pela profunda tristeza e emoção resultantes da tragédia que atingiu Maria José AGUILAR. Sábia e louvável a decisão de não promover a sua substituição nesta gala.

A copla que lhe estava destinada – “En el último minuto“, de León e Solano, foi cantada por Marta QUINTERO e Manuel LOMBO, que lha dedicaram e interpretaram com excepcional intensidade dramática, perfeitamente compatível com a intenção subjacente ao gesto.

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Discordamos do jurí e de Pive AMADOR, pois entendemos que o registo da interpretação de Anaraida SÁNCHEZ de  “Con mis propios ojos” (Quintero, León e Quiroga) foi inovador, intenso, e artisticamente de grande valia. Vestida por Luchi CABRERA.

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Isabel GENIZ continua a surpreender pelo grande à vontade que demonstra, sabiamente modulado por contenção e um grande sentido de equilíbrio entre a prestação vocal e o desempenho cénico. Deu-nos uma das melhores versões de “Échale guindas al pavo” (Cantabrana, Perelló e Mostazo) que até agora passou por Se Llama Copla. Vestida por Manuela BERRO.

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Saudamos com prazer a notável melhoria da apresentação cenográfica de Inma GARCÍA II, que em termos vocais e interpretativos esteve perfeita cantando “Percheles“, de Ochaita, Valerio e Solano. Vestida por Aurora GAVIÑO.

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Verónica ROJAS, com uma interpretação magnífica de “Puentecito” (Perelló e Monreal) foi, merecidamente, a dupla vencedora da noite. Vestido de Pitusa GASUL.

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Remedios CASTRO esteve bem, mas muito tensa, interpretando “En una esquina cualquiera“, de León, Molina Moles e Quiroga. Foi pontuada com invulgar severidade pelo júri, e objectivamente pelos telespectadores. Vestida por Pilar VERA.

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Patricia DEL RÍO deu-nos uma excelente interpretação de “Pastora Imperio” (León e Solano), inexplicavelmente castigada pelos telespectadores. Vestida por Susana PAGÉS.

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Marcada com o cunho pessoal que Álvaro VIZCAÍNO imprime a todos temas que interpreta, “Ay, mi Córdoba” (Ochaíta, Valerio e Solano) foi, no nosso sempre modesto entender, um dos momentos altos da gala.

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Fran DOBLAS cantou bem “Noches bonitas de España” (Román e Segovia).

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Mario FERNÁNDEZ cantou “Qué guapa eres” (F. García e C. Murillo). Continua pouco convincente, sendo cada vez mais flagrante o contraste entre as suas capacidades e a dos seus co-concursantes. Deve a permanência no concurso à arbitragem táctica (mas não artística!) de Veronica ROJAS.

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Desafio final:

Álvaro VIZCAÍNO e Juan Jesus SERRANO proporcionaram um desafio de grande qualidade, cantando “Tengo miedo” (Léon e Solano). O nível artístico da interpretação de Álvaro foi marcadamente superior. A atitude desabrida e deselegante de Juan Jesus, justificando à posteriori a derrota por erro na escolha do opositor, reforça a bondade da decisão do júri.

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Criações de moda andaluza:

Globalmente excelentes, sendo uma vez mais impossível proceder a distinguos.

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Quanto ao júri:

Pive AMADOR: Pertinente, excepto na avaliação de Anaraida SÁNCHEZ.

Marta QUINTERO: Consistentemente pertinente e objectiva. Faz prova de especial subtileza nas apreciações qualitativas dos candidatos, e exerce eficaz influência estabilizadora e reguladora das pontuações.

Manuel LOMBO: Pertinente, excepto na avaliação de Anaraida SÁNCHEZ e de Álvaro VIZCAÍNO.

Hilário LÓPEZ MILLÁN: Pertinente, excepto na opção final por Juan Jesus SERRANO.

Se Llama Copla – 2010 – 10° Desafio – 12.06.2010

Coral 2a“El beso”, de Ortega e Moradela

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Nazaret COMPAZ“La cruz de Mayo”, de Valverde e Font de Anta. Vestida por Loli VERA.

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María LOZANO“Percheles”, de Ochaíta, Valerio e Solano. Vestida por

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Verónica CARMONA“Tres, tres”, de Ochaíta e Solano. Belíssimo vestido de Pilar VERA.

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Juan CALERO“A ciegas”, de Quintero, León e Quiroga

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Erika LEIVA“Mi niña Lola”, de Moles, Torres Garzón e Rivas. Vestida por Miguel REYES.

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Miriam DOMÍNGUEZ“Señorita”, de León e Solano. Vestida por Ángeles VERANO.

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Nicolás GARCÍA“Cada cual por su camino”, de Román y Naranjo

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Juan Carlos MATA“Que guapa eres”, de Murillo e García Morcillo

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Antonia GÓMEZ“Cinco farolas”, de Ochaíta, Valerio e Solano. Vestida por MASELL.

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Álvaro LÓPEZ“Antonio Vargas Heredia”, de De la Oliva, Mostazo e Merenciano

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Rosa MARÍN“La niña de Punta Umbría”, de Ochaíta, Valerio e Solano. Vestida por Marco ZAPATA.

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Laura GALLEGO“Los niños de la Gabriela”, de Quintero, León e Quiroga. Vestida por Amparo MACIA.

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Desafio final:

Erika LEIVA“Compañero”, de León e Solano

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Nicolás GARCÍA
“Separaos”, de Ignacio Román e Rafael Jaén

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Nazaret COMPAZ“Que me perdone Dios”, de Molina Moles e Gordillo

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4M

Se Llama Copla – 2009/2010 – Gala 18 – 16.01.2010

Convidado: Carlos VARGAS, sevilhano. Excelente voz, cantou uns Tientos del reloj cheios de relevo e de sensibilidade.

Alejandra abriu a gala cantando “Canción del fuego fatuo”, honrando Manuel de Falla e demonstrando que poderia sem qualquer dificuldade fazer parte do elenco de “El Amor Brujo”.

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As melhores presenças da noite:

Sandra Arco cantou”En el último minuto” com a contenção e a doçura certamente imaginadas por Rafael de León. Cada vez tem maior controlo sobre a voz, e o desempenho cénico foi dos mais belos a que até hoje assistimos no programa. Vestida com subtil elegância por Miguel REYES.

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Laura bordou “Puertecita de mi casa”, interpretando esta bela copla por bulerías com a segurança, a força e a estética copleira que a caracterizam.

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Verónica Carmona construiu “Castillitos en el aire” integrando-se de forma magnífica na temática da copla que lhe coube defender. Excelente interprete, sólida, beneficia do recuo que a idade lhe proporciona. Luziu vestido exuberante de Amparo MACIA.

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Juan Carlos defendeu com brio pouco usual “Que guapa eres”, sugerindo ser este o estilo de copla em que tem mais possibilidades de brilhar.

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Enfin, Karen PÉREZ CARMONA, que nos deu uma adorável interpretação de “Señora vecina“, não pontuada pelo júri para  evitar ferir as susceptibilidades dos candidatos mais inseguros!

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Tiveram actuações de destaque nesta Gala 17:

Nazaret COMPAZ estreou-se com “La rosa de Capuchinos”. A sua grande experiência prévia à entrada no programa ficou evidenciada: Nazaret não é uma principiante, a sua actuação assumiu qualidade e impacto de predestinada a disputar a finalíssima. Belíssima voz, bela presença em palco.

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Mercedes RÍOS
, que cantou “Almudena” com o seu habitual rigor e elegância. Hilário definiu-a com pertinência como “animal de cenário”. Concordamos plenamente com a definição. Belíssimo – e “salerosissimo”! – vestido de Angeles VERANO.

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Álvaro LÓPEZ estreou “Mi pena” em “Se llama Copla”, também copla por bulerías, cuja letra magnífica foi escrita por Antonio García Padilla, pai de Carmen Sevilla, aparentemente em homenagem a Miguel de Molina. Esteve muito bem, mas a dificuldade que tem em sensibilizar os telespectadores levou-o ao desafio final, de que Juan Carlos oportunamente o extraiu.

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Despediu-se Mari Angeles FERNANDEZ, com muito pouca elegância, talvez fruto da falta de maturidade. Mas não podemos deixar de comparar a sua atitude com o extraordinário fair play de Selene MOLINA, que caiu em pé, com dignidade impressionante, frente a uma barreira de profissionalismo virtualmente intransponível.

Daqui saudamos Raquel PEÑA, pela sua excelente voz e persistência.

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Sobre o júri:

Pepe GOMEZ: foi directo e acertadíssimo quando opinou sobre as controvérsias que grassam entre os candidatos.

Maria JIMÉNEZ: foi pertinente e pontuou bem. Apreciamos sobremaneira o 10 com que reconheceu o mérito da interpretação de Sandra, e o oportuno e excelente àparte que teve ao pontuar Laura. OLE MARIA!

Hilário LOPEZ: contido nas pontuações, esperamos que mantenha a coerência e desempenhe a importante missão de árbitro esclarecido para a qual é reconhecidamente competente.

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Pive AMADOR mais uma vez se viu obrigado a exercer as suas competências pedagógicas em benefício do programa. Sem qualquer preocupação de correcção politica, definiu e explanou frontalmente a diferença entre companheirismo e compadrio. Manter Verónica CARMONA no concurso foi decisão não só justíssima, que saudamos efusivamente, mas também em estrita coerência com a orientação de fundo imprimida por Pive AMADOR a Se Llama Copla.

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2M

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