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Se Llama Copla 5 – Gala 05 – 15.10.2011

Selina DEL RÍO – “Tu ropita con la mía, de Ochaita, Valerio e Solano. Magnifico vestido de Sonia & Isabelle.

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Mari Carmen MOLINA – “Como a nadie te he querío, de Montoro e Solano. Vestida por Luchi Cabrera.

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Jonatan SANTIAGO – “En una esquina cualquiera, de León, Molina Moles e Quiroga

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Álvaro DÍAZ – “Vino amargo, de Solano, Cabello e Freire

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Cintia MERINO – “Coplas del burrero, de Valverde, León e Quiroga. Vestido de Pilar Vera.

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Cristina SERRANO – “Con mis propios ojos, de Quintero, León e Quiroga. Vestido de Pablo Lanzarote.

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Macarena SOTO – “Percheles, de Ochaita, Valerio e Solano. Vestido de Aurora Gaviño.

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Juan Francisco CURADO – “Romance de la Reina Mercedes, de Quintero, León e Quiroga

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Rocío PELAÉZ – “Échale la red, de Murillo e Segovia. Vestida por Sonia & Isabelle.

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Ana Pilar CORRAL – “Embrujá por tu querer, de León e Solano. Vestido de Ana Torres.

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Desafio para a imunidade:

Ana Pilar CORRAL vs Macarena SOTO – “Campanera, de Naranjo, Murillo e Monreal.

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Desafio final:

Mari Carmen MOLINA vs Rocío GONZALEZ – “Cantáme un pasodoble español, de Leblanc e Lamber.

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O jurí decidiu manter Mari Carmen MOLINA no grupo dos concorrentes, decisão que reputamos sábia e com significativo valor acrescentado para a qualidade global do concurso.

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Se Llama Copla 4 – Gala 16 – 15.01.2011

Gala em que se manifestou alguma tensão que supomos ter origem no esforço acrescido que a segunda fase do concurso impõe aos concorrentes.

Remedios CASTRO defendeu com brilho e convicçao Ay Torre, Torremolinos de León e Solano. Elegantíssimo vestido de Aurora GAVIÑO.

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Isabel GENIZ interpretou Los peregrinitos, baseada em música popular e poema de Federico GARCIA LORCA, emprestando-lhe a sua imensa graça, sentido cénico e rigor na execução. Isabel distinguiu-se uma vez mais pela objectividade, equilíbrio e contenção de propósitos ao ser interrogada sobre as declarações intoleráveis feitas por Inma GARCIA II fora de cena no final da passada gala. Vestida por CAÑAVATE.

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Verónica ROJAS
esteve perfeita em Tu ropita con la mía (Ochaíta, Valerio e Solano). Confirma a sua excepcional polivalência e a mestria com que se adapta a qualquer registo. Luziu brilhante criação de Pilar VERA.


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Álvaro VIZCAÍNO deu-nos um dos mais belos e intensos momentos de todas as edições de Se Llama Copla, interpretando uma pessoalíssima versão de La niña de fuego (Quintero, León e Quiroga). O cordobez é um dos maiores valores descobertos pelo concurso, e este blog augura-lhe uma grande carreira musical.

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Mila BALSERA bordou Clavá en mi amargura de Llabrés, M. Molés e Gordillo. Vestida por Manuela GONZÁLEZ.

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Anaraida SÁNCHEZ
explorou com impressionante segurança, rigor na execução e sentimento invulgar a grande copla No puedo vivir contigo“, de Quintero, León e Quiroga. Belo vestido de Ana TORRES.

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Patricia DEL RÍO prossegue segura e precisa um notavel percurso. Cantou A ciegas de Quintero, León e Quiroga. Vestido de Miguel REYES.

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Juanma JEREZ interpretou com mestria absoluta Ay Malvalocade Quintero, León e Quiroga.

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Álvaro HERNÁNDEZ: excelente interpretaçao do Romance de la Reina Mercedes“, de Quintero, León e Quiroga.

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Juan SERRANODinero e riquezas de Gallardo, Ortega e Salazar

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Desafio final:

Defrontaram-se Mariló RUIZ e Alvaro HERNANDEZ cantando Falsa monea, de Perelló, Cantabrana e Mostazo.

Mariló RUIZ não ousou aproveitar a sugestão de Anaraida, que lhe deu a possibilidade de enriquecer a sua última presença em Se Llama Copla disputando o desafio com Veronica ROJAS.

A passagem de Alvaro foi fácil e linear.

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Quanto ao júri:

Pive AMADOR: sem reparos.
Manuel LOMBO
: sem reparos.

Marta QUINTERO
: sem reparos.
Hilario LÓPEZ
: sem reparos.

Se Llama Copla – 2009/2010 – Gala 2 – 26.09.2009

Congratulámo-nos com a presença de Nayara MADERA, aparentemente recuperada do problema de saúde que a afectou! Constatámos com prazer a forma digna e elegante com que Rocio MOLINA encarou o seu afastamento definitivo, que lamentamos, sem no entanto assumirmos qualquer rejeição da encantadora Miriam JAÉN, a quem damos as mais sinceras boas-vindas!

Convidada: Patricia VELA. Tecnicamente banal – limitou-se a repetir observações dos outros membros do Júri, e a adoptar a postura do veterano que encoraja principiantes. Pessoalmente, revelou-se simpática, digna, correctíssima. Cantou muito bem, e o improviso com que obsequiou (e comoveu!) Eva GONZALEZ foi momento alto da gala.

Eva GONZALEZ esteve elegantíssima, segura, ágil e firme na condução dos trabalhos.

Congratulamo-nos constatando que Pepe GOMEZ evolui com certeza e segurança e aproveita as galas para absorver toda a informação necessária à produção de avaliações justas e objectivas. É notável a capacidade que vai adquirindo para dissociar as prestações dos candidatos das pessoas respectivas. Notável!

Maria JIMÉNEZ persiste na adopção de uma postura totalmente incompatível com alguns dos valores fundamentais do programa, nomeadamente com a elegância na forma de estar e nos propósitos.

Com total desrespeito pelos telespectadores – entre os quais se contam milhares de crianças apaixonadas pela copla – lançou-se pelo menos duas vezes em discursos eivados de grosseria. Tentou encontrar no lumbago a justificação para a “mala leche“, mas sendo vulgar e tecnicamente medíocre é mais provável que o (bem)dito seja castigo dos Deuses.

Pareceu-nos detectar um certo mal-estar em Hilário, cuja estilo e elegância intelectual são manifestamente incompatíveis com as tiradas de Maria JIMÉNEZ. Esteve bem: comedido, preciso, objectivo, construtivo.

Foi noite agitadíssima para Pive, que [supomos] começou com alguma tristeza pela eliminação definitiva de Rocio MOLINA – continuamos a entender que o programa ficou a perder – e prosseguiu na vivíssima (mas desagradável) troca de argumentos com a desnorteada Maria JIMÉNEZ após a prestação de Abraham RUIZ.

A sua decisão de “salvarÁlvaro LÓPEZ foi tacticamente correcta, pois entendemos que o quase médico ainda merece oportunidades de estágio.

Aplaudimos também com veemência – por oportuna e correctíssima – a inflexão táctica que consiste na retirada ao “retante” do direito de escolher “vitima“.

Notámos também a presença incómoda e inoperante do Reverendo Padre Medina no canto superior esquerdo do televisor, incómoda porque prejudicou o sempre excelente trabalho dos operadores de imagem e do realizador, e inoperante porque não surtiu qualquer efeito taumatúrgico, ou mesmo só apaziguador, nas excitações verbais e lombálgicas de Maria JIMENEZ.

Alguns candidatos saudaram Patricia VELA, e é gesto bonito de ver. Em contrapartida, continuaram (forçadamente?) hieráticos após a actuação dos colegas, o que no regresso dos colegas que quando os colegas regressam nos momentos de regresso dos colegas. Parece-nos que algum inconformismo por parte dos candidatos seria muito bem vindo. Se a Carolina BARROSO lê este blog, aqui lhe deixamos o desafio.

Maestros e orquestra excelentes – o que é habitual, mas merece sempre ser evocado. Bailarinos de altíssimo nível, que imprimem segura mais valia às actuações dos candidatos.

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Destacaram-se nesta Gala nr. 2 os candidatos seguintes:

Miríam JAÉN, sobretudo pela reacção correcta, inteligente e contida aos despropósitos de Maria JIMENEZ, particularmente notáveis numa jovem de 19 anos sem grande background cultural.

Mercedes RIOS esteve bem cantando o “Romance de la Reina Mercedes“, copla justamente qualificada de “castelhana” por Hilário. Foi elegantemente vestida por Luchi CABRERA.

Laura Maria LARREA contou-nos a história de “Los Niños de la Gabriela”, tecnicamente sem falhas e com encenação de qualidade.

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Uma vez mais Selene MOLINA (“Mi Niña Lola“) e Alejandra RODRIGUEZ (En las cruces de mi reja) foram para nós as melhores presenças da noite.

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Com um estilo totalmente diferente e vincadamente pessoal, Selene fez-nos lembrar Laura GALLEGO, que na gala 21 da passada edição também cantou (e encantou!) “Mi Niña Lola“.

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Alejandra cantou mais uma copla difícil com rigor absoluto, com imersão total na música e no texto. Impressiona pela forma como entra em relação íntima com as peças musicais que Pive com grande pertinência lhe tem confiado. “Interpretação para sibaritas exigentes da copla” – justíssimas e merecidíssimas palavras de Hilário.

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Recomendamos a Alejandra toda a serenidade na gestão da sua [aparente] dificuldade em impressionar o público votante, que pensamos estar ligada ao nível altissimo das suas interpretações. Passou-se algo de semelhante com Sandra CABRERA na passada gala.

Parabéns a Selene e a Alejandra, as duas são formidáveis!

2M

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