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Copla da Semana – Vino amargo

“Vino amargo”, de Solano, Cabello e Freire. Se Lama Copla 03 – Gala 29, 03.04.2010.

Com esta copla de inestimável valor poético e musical,  Alejandra RODRIGUEZ começou e findou o seu excepcional percurso na 3a edição de Se Llama Copla.

Vestido muito elegante de Pablo LANZAROTE.

© CanalSur

SOLANO, CABELLO E FREIRE

Vino amargo

Vino amargo es el que bebo
por culpa de una mujer
porque dentro de mi llevo
porque dentro de mi llevo
la amargura de un querer
Quiere reir la guitarra
pero… a mi a llanto me suena
cada nota me desgarra
cada nota me desgarra
el alma como una pena

Estribillo

Vino amargo, que no da alegría,
y aunque me emborrache
no la puedo olvidar,
porque la recuerdo,
dame vino amargo
que amargo, que amargue
pa quererla más

Ni con vino, ni guitarra
yo alegre me he de poner
y aunque yo me meta en farra
y aunque…yo me meta en farra
entre sueños la ha de ver
Palabras se lleva el viento
como la espuma, se lleva el río
pero queda el sentimiento
pero queda el sentimiento
cuando mucho se ha querío

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Se Llama Copla – 2010 – 12° Desafio – Final


Abrimos este post com “Vino amargo” (de Solano, Cabello e Freire), e fazemo-lo em homenagem a Alejandra RODRIGUEZ, pela nobreza e elegância que demonstrou partilhando o deslumbramento que sentia ao longo da magistral interpretação de Antonio CORTÉS:



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Alejandra
(vestida com originalidade por Eva ZAMORANO), deu a vitória no “Desafio” à sua edição, e encerrou o ciclo com mais uma admirável interpretação da sua copla fetiche Campanas de Linares (de Ochaíta, Valerio e Solano):


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Erika LEIVA – “Encrucijada, de Bazán e Rabay. Vestida por Miguel REYES.


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Laura GALLEGO – “La Salvaora, de Quintero, León e Quiroga. Vestida por Amparo MACÍA.


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Juan CALERO –  “Triniá, de Valverde, León e Quiroga.


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Sandra ARCO – “Sevilla
, de Alejandro e Beatriz Beigbeder. Vestida por Pablo LANZAROTE.


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Miriam DOMÍNGUEZ – “Ten cuidado”, de León e Solano. Vestida por SEVILLANIA.



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Nazaret COMPAZ – “María la Portuguesa
, de Carlos CANO. Vestida por Petro VALVERDE.


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Antonia GÓMEZ – “Me embrujaste
, de Quintero, León e Quiroga. Vestida por MASELL.


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María LOZANO – “Romance de Zamarrilla, de Román e Jaén. Vestida por Ángeles VERANO.


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Miguel Angel PALMA – “Amor maldito
, de Bazán e Rabay.


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Paco QUINTANA – “Me valga la Magdalena
, de León, Molina Moles e Quiroga.


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Desafio final:

“Trece de mayo”, (León e Solano), por  Maria LOZANO e Alejandra RODRIGUEZ:


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“Tengo miedo”
, (León e Solano), por Alejandra RODRIGUEZ e Laura GALLEGO:


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Coros:

Coro 1.a – “Coplillas de las divisas“, de Ochaíta, Valerio e Solano.


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Coro 2.a – “Cántame un pasodoble español”, de Leblanc e Lamber.


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Coro 3.a – “La verde palma“, de Ochaíta, Valerio e Solano.


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4M

Se Llama Copla – 2009/2010 – Gala 17 – 09.01.2010

Convidada: Marta QUINTERO, grande voz da copla, que nos encantou cantando Carcel de oro e pontuando Sandra com um rotundo e merecido 10 !

As melhores presenças da noite:

Sandra bordou “La Soberana”, emprestando-lhe a graça, força e a sensibilidade que o esplêndido poema de Rafael de Léon sugerem. Hilário descreveu perfeitamente a actuação de Sandra, só falhando ao não atrever-se a pontuá-la com 10 – falha que foi dignamente colmatada por Marta QUINTERO. Luziu um belo vestido de Luchi Cabrera.

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Cantando e bailando “Antonio Vargas Heredia”, Verónica deu voz e movimento magistrais a Garcia Lorca: segura, sentida, sublime. Verónica assume de maneira visceral os temas que canta, e conseguiu em poucas semanas confirmar as melhores esperanças que nos inspirou quando chegou ao concurso.

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Laura teve noite memorável, com uma das mais belas interpretações de Te he de querer mientras viva” a que nos foi dado até agora assistir. Assumiu integralmente a personagem – o que na sua idade não é de forma alguma evidente – convencendo com a doçura e a força da sua presença e da sua voz.

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Alejandra passou – merecidamente! – à fase final graças à votação massiva dos telespectadores e à elegância, coragem e nobreza de Sandra. Cantou-nos umas “Carceleras del puerto” com voz e modulação perfeitas, perseverando no percurso que vem trilhando desde que nos cantou “Vino amargo”.

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Mari Ángeles surpreendeu-nos e encantou-nos com “Marquesita cordobesa”, tendo sido a primeira vez em que nos convenceu realmente das suas capacidades. Excelente presença e desempenho cénico.



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Selene MOLINA, não conseguiu trazer María Magdalena” ao seu terreno, mas uma vez mais evidenciou ser artista nata, ultrapassando com extremo à vontade e habilidade todos os incidentes que ensombraram a sua actuação.

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Apesar de ter cantado soberbamente, não logrou vencer o duelo com Nazaret COMPAZ, que em 2004 publicou o seu primeiro CD “(Como duele recordar”), e que foi a 3.a classificada do concurso a representante de Espanha no Festival da Eurovisão de 2007. Tendo-se em conta a profunda desigualdade relativa, Selene MOLINA caiu de pé. Perdeu com brio e honra, e partiu deixando uma mensagem de esperança, de força, de doçura. De arte andaluza!

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Tiveram actuações de destaque nesta Gala 17:

Álvaro LÓPEZ, que esteve muito bem cantando “Malaga y olé

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Saudamos a nova concorrente Nazaret COMPAZ, na sua excelente voz e impressionante presença em cena.

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Sobre o júri:

Pepe GOMEZ esteve bem: atento, pertinente, construtivo.

Maria JIMÉNEZ esteve muito bem: serena, objectiva, justa, pedagógica.

Hilário LOPEZ mantém-se parco nas pontuações e na transmissão da sua proverbial sabedoria. Somos levados a pensar que possa ter sido refreado nas suas intervenções por imperativos de horário.

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A Pive AMADOR coube provavelmente um dos momentos mais desagradáveis e pesados de todas as edições de Se Llama Copla, ao ter que escolher entre Selene e Mercedes para enfrentar a desafiante.

Em tempo: a vaga de criticas a Pive pelo facto de ter “salvoMercedes ignora um aspecto muito importante da questão: Pive decerto considerou que Selene era quem reunia as melhores qualidades para enfrentar a quase-profissional Nazaret, devendo a sua escolha ser entendida como estupenda homenagem à arte da mais jovem diva que passou por Se Llama Copla. OLÉ SELENE!

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2M

Se Llama Copla – 2009/2010 – Semi-final do Casting – 05.09.2009

Assistimos com grande interesse no passado dia 5 de Setembro à semi-final do casting da edição 2009-2010 de Se Llama Copla, e ficámos com a impressão de que, uma vez mais, o comité de selecção fez trabalho rigoroso, susceptível de revelar novos e reais talentos.

Soubemos que PIVE AMADOR se desligou do júri permanente para assumir um papel – quiçá mais sensível e delicado – na nova fórmula do programa, e que a Professora de canto Raquel GARCIA MORILLA “La Brujha” substituirá este ano a excelente Sandra DE LA ROSA.

Saudamos a permanência no júri de Hilário LÓPEZ-MILLAN, garante da estabilidade e coerência dos critérios e processos de avaliação.

No nosso modesto entender, destacaram-se na semi final os candidatos seguintes:

Nayara MADERA, excelente voz (ainda que excessivamente arrebatada), primeiro candidato não-oriundo da Andaluzia, que demonstrou a segurança de quem não é principiante nas coisas do canto e do cante.

Mercedes RÍOS, algecirenha cuja elegância distinta e interpretação de “Tatuaje” nos sugeriram poder ser, na esteira de Gloria ROMERO, a representante de um registo lírico que nos parece essencial para garantir a vertente cultural do programa. Esta candidata – que estudou Jornalismo, Arte dramática e Dansa, e que já pisou os palcos de teatros como o Cervantes de Málaga e o Lope de Vega de Sevilha sob o nome artístico de Mercedes AMARO – dominou o cenário e deu à sua interpretação um notável tom dramático.

Laura LARREA, que cantando “Tengo miedo” demonstrou belissima voz, elegância, excelente presença em cena e estilo marcadamente coplero, com um potencial notável:

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Mayka GARCIA (a Maria Carmen GARCIA que na 2.a edição se bateu com Jonas CAMPOS interpretando muitissimo bem “La Lirio”), cujo regresso sobremaneira nos agrada, que não é principiante e que se distinguiu pela intensidade da sua presença e pelo bom nível técnico.

Rocio MOLINA, intérprete cujo desempenho em “Rocio” sugere fina sensibilidade:

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Selene MOLINA, cujos 16 anos não permitiam prever a segurança e a intensidade com que interpretou “La Lírio“:

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Por fim, Alejandra RODRIGUEZ, para nós a melhor presença da noite, cuja magnífica – e intímissima! – interpretação de “Vino amargo” convenceu e arrebatou. Se Alejandra não ganhar esta edição, chegará certamente a uma das posições mais altas.

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